Confira a entrevista com a jogadora de vôlei, Amanda Martins, que este ano irá disputar a Superliga pela Uniara, mas que já defendeu outros clubes, entre eles: Mackenzie, Osasco entre outros, a atleta saiu de Penápolis e quer se firmar no cenário nacional para “sonhar” com a vaga na seleção de novos, confira o “bate bola” da bela com esse repórter.
Z: Com quantos anos começou no vôlei?
A: Comecei a jogar vôlei com 15 anos.
Z: Onde começou a treinar?
A: Comecei a treinar no Osasco.
Z: Chegou a jogar em Penápolis, antes de ir para o Osasco?
A: (risos) Verdade, joguei sim, comecei a jogar com a Deja.
Z: Quanto tempo ficou treinando e jogando em Penápolis antes de ir para o Osasco?
A: Não me lembro muito bem, mas acho que foi um ano, por aí.
Z: Qual sua altura?
A: Tenho 1.83
Z: Qual sua Idade?
A: Agora estou com 21
Z: Com quantos anos saiu de casa pra seguir a carreira no vôlei?
A: Sai de casa com 15 anos, quando eu fui para o Osasco.
Z: Em quais cidades e clubes você já passou em sua carreira?
A:Passei pelo Finasa em Osasco, Paulistano em São Paulo, Rio de Janeiro, Mackenzie em Belo Horizonte, São José dos Campos, Franca, e agora estou em Araraquara.
Z: Quando começou no vôlei, teve algum incentivo especial de alguém da família?
A: Sim, tive apoio de todo mundo da minha família, desde meus pais, minha avó, meus tios e até dos meus irmãos (risos)
Z: Quais as principais referencias que você tem no esporte? Em quem você se espelha?
A: Tem a Jaqueline, do Osasco, acho que é a jogadora que eu mais me espelho.
Z: Nas categorias de base, chegou a jogar com as atletas que hoje jogam na Seleção Brasileira?
A: Com algumas sim, a Nathalia jogava no Osasco também.
Z: Você já defendeu a seleção de base? O que falta para você chegar à Seleção de Novas?
A: Já defendi sim. Acho que falta muita coisa ainda (para chegar à seleção de novas), entre elas, uma sequência maior e me firmar no cenário nacional.
Z: Se fosse pra escolher um time pra defender na próxima Superliga, qual seria?
A: Uniara
Z: Se fosse jogar em algum outro país, qual seria? Por quê?
A: Azerbaijão, por estar crescendo e por pagarem bem, e na Itália por existir grandes equipes por lá e ser um país referencia no vôlei.
Z: Jogadoras viajam muito, e ficam longe da família, como você lida com isso?
A: Eu já me acostumei, mas “fico que nem louca” para ir pra casa, aí quando eu chego em casa, “fico igual doida” querendo voltar pros treinos, jogos e viagens. Mas sou muito família, super apegada mesmo, então sempre bate aquela saudade.
Z: Você é de Penápolis, como avalia o vôlei na cidade? E o vôlei de Araçatuba que hoje se tornou referência nacional, já chegou a enfrentar o time de lá?
A: Já enfrentei o Vôlei Futuro no adulto mesmo. E em Penápolis, a categoria de base é boa, até porque a Deja é uma ótima técnica e isso acaba ajudando as crianças a não desistirem do esporte.
Z: Tem alguma história engraçada dentro de quadra ou nos vestiários?
A: Ter sempre tem, mas não me recordo de nenhuma agora.
Z: Qual seu maior sonho no esporte?
A: Não sei dizer o maior não, mas quero ser feliz, fazendo o que eu gosto, que é jogar vôlei.
Z: O Brasil é o atual campeão olímpico, você acha que temos jogadoras de alto nível para conquistar mais uma medalha de ouro?
A: Acredito que sim, essa Superliga (2011/2012) comprova isso, várias “novas jogadoras” apareceram nesta edição e que podem manter essa tradição.
Z: Como lida com a questão da sua beleza, que também chama atenção. Ouve muita cantada das arquibancadas?
A: (risos) Agora levo numa boa, é normal, sempre tem né(cantadas), não tem jeito. Agora eu aceito e acho até graça.
Z: Quais os planos para a temporada 2012/2013?
A: Acho que o principal plano é disputar a Superliga pela Uniara. Depois não sei o que vai acontecer, mas de concreto até agora, só isso mesmo.
Z: Gosta das redes sociais? Tem Facebook e Twitter?
A: Tenho sim, não lembro a senha do meu Twitter, então nunca mais usei. Depois comecei a namorar abandonei tudo, quando terminei, voltei a usar o Facebook, mas o Twitter acabou ficando parado mesmo.
Z: O que é pior na hora de dar uma entrevista?
A: Ah é complicado, me dá branco na hora de responder, por mais que você saiba a resposta, eu fico super nervosa, com medo de dizer alguma coisa que não tem nada a ver. (risos)
Z: Esse ano teve uma competição das “Musas” da Superliga, você está disposta a concorrer a musa da superliga na próxima temporada?
A: (risos) eu? De jeito nenhum, não sou conhecida, não tem como disputar com as outras jogadoras. Muita gente me acha com cara de “patricinha” (risos). Nunca passo uma boa impressão à primeira vista. Acho que não teria chance não. (risos)