Cidades litorâneas: falta de estrutura ou superpopulação?

Nesse fim de ano, muito foi dito e na maioria dos casos eram reclamações por falta de água, por filas quilométricas nos supermercados. E  o que me deixou intrigado foi apenas uma coisa, a maioria dessas pessoas esquece que a estrutura de uma cidade “normal”  faz “contas” que uma casa com 3 quartos deve ter entre 5 e 6 pessoas e não 25/30, como fazem nas festas de final de ano.

Outra coisa é a telefonia celular, chega a ser absurdo as reclamações a esse respeito, uma cidade que tem uma população média e que “vê” essa população multiplicada várias vezes em coisa de uma ou duas semanas, não tem como se adequar a tempo de mudar um sistema de telefonia.

Os assaltos e “afins” também aumentam nessa época, mas isso por que algumas pessoas exageram, muitas pessoas descem pro litoral apenas para mostrar suas jóias, e fazer esse tipo de “exibição” em uma cidade onde o nível de desemprego é alto, é um prato cheio para os ladrões.

É muito simples reclamar do transito, da praia cheia, da falta de água, mas muitos esquecem que quem contribuiu para isso foi ele mesmo, convidando 25 pessoas pra ficar em uma casa, ou dirigindo embriagado, causando acidente e congestionamento. É mais fácil culpar a falta de estrutura das cidades. Nesses casos, o “cidadão” nunca possui culpa, a culpa é sempre do governo/cidade/estado.

Por isso nosso país continua nesse estado de “calamidade pública” em determinadas épocas do ano, como : carnaval e final de ano.

por Zuba Ortiz

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