Feriado em Penápolis: Penapolense empata com RBB e está na A1

Jogadores comemoram o acesso à A1

Jogando no estádio Moisés Lucarelli, o Penapolense enfrentou o Red Bull Brasil, e levou cerca de 300 pessoas até Campinas, para acompanhar a 3ª e última chance de garantir a vaga na elite do Paulistão.

E depois de perder a chance de subir em casa, na última quarta-feira, o time entrou focado e “jogando com o regulamento embaixo do braço”, o placar apontou 1×1. E garantiu o primeiro acesso à elite estadual.

O jogo começou com o time da casa partindo para o ataque, já que só um resultado de 4 gols de diferença levaria o Red Bull à primeira divisão, o Penapolense se fechou como podia e optou por jogar no contra ataque.

Em um desses contra ataques, aos 30 minutos do primeiro tempo, Luciano Gigante recebeu um belo passe e bateu cruzado, encobrindo o goleiro Luis Fernando, e fez 1×0, fazendo a festa da torcida penapolense que foi até Campinas.

Mas apenas 4 minutos depois, em um cruzamento, Henan subiu de cabeça e fez 1×1. Deixando o jogo em aberto, com chance de acesso para as duas equipes. Ao final do 1º tempo, o placar apontava 1×1, e apenas 45 minutos separavam o Penapolense do acesso inédito.

O segundo tempo foi um “ataque contra defesa”, o jogo foi praticamente todo no campo do Penapolense, que se defendia com 11 jogadores e tentava sair em contra-ataque. Com o passar dos minutos, o Red Bull começou a sentir a falta do gol e partiu para o ataque na base do desemperro, deixando apenas o goleiro Luis Fernando atrás do meio campo.

Em um dos contra-ataques que o Penapolense conseguiu encaixar, Guaru quase fez o segundo, mas acabou sofrendo uma falta não marcada pelo árbitro.

Sem mexer no placar, ao final dos 90 minutos, e com o resultado de 1×1, torcedores e jogadores puderam comemorar o primeiro acesso à Série A1 da história do clube.

E a festa começou em Campinas mesmo, com carreata dos carros e ônibus que foram acompanhar a partida,  e continuou em Penápolis, na chegada da equipe, com direito a carro de bombeiros e carreata nas principais ruas da cidade.

Água no chope: São Bernardo vence no Tenentão consegue o acesso e adia o acesso do Penapolense

A cidade parou, a festa estava “armada”, mais de 8 mil pessoas foram acompanhar o time, um recorde de público no estádio Tenente Carriço, o Penapolense jogava por um empate para garantir o acesso para a elite do Campeonato Paulista. O São Bernardo, que nada tinha a ver com isso, não quis saber da festa que estava preparada e colocou água no chope, venceu por 1×0, com gol de Danielzinho, devolveu a derrota que sofreu em casa (3×1) e de quebra, com a combinação de resultados (vitória do Red Bull diante do Noroeste) e conseguiu o acesso à elite paulista faltando 1 rodada. 

O começo do jogo foi de pressão total da equipe visitante, com o Penapolense sentindo a pressão de ter um estádio cheio e esperando um bom resultado para fazer a “festa do acesso”. E sem se preocupar com isso, o São Bernardo foi em busca do jogo e abriu o placar aos 17 minutos do primeiro tempo, depois de um escanteio, Danielzinho desviou de cabeça e fez 1×0 para o time do ABC.

Depois disso, o Penapolense acabou deixando a tensão de lado, e teve algumas chances, a mais clara, depois de um recuo errado, o atacante Fio roubou e cara a cara com o goleiro, bateu para a defesa do arqueiro do São Bernardo.

No final do 1º tempo, o jogo ficou disputado no meio campo, mas nenhuma outra boa chance foi criada, e o jogo foi para o intervalo com o placar de 1×0 para o time do ABC.

No segundo tempo, o Penapolense mudou e foi para o ataque, mas esbarrava numa equipe que estava bem postada e que explorava os contra-ataques com o veloz Danielzinho.

Depois que Bady foi expulso e deixou o São Bernardo com 10 jogadores, o Penapolense foi pra cima, mas com um meio campo sem nenhuma inspiração e dependendo de chutões para chegar ao ataque, a equipe era facilmente desarmada pelos visitantes.

O time da casa continuou pressionando mas sem nenhuma ordem, e apesar do “abafa” no final, ao final dos 90 minutos, o placar do Tenentão apontava 1×0 para o já classificado à elite estadual, São Bernardo.

O Penapolense tem a 3ª e última chance de garantir o acesso, no próximo sábado às 19 horas, em Campinas, no estádio Moisés Lucarelli, diante do Red Bull Brasil.

Entrevista com Amanda Martins

Amanda_martins

Confira a entrevista com a jogadora de vôlei, Amanda Martins, que este ano irá disputar a Superliga pela Uniara, mas que já defendeu outros clubes, entre eles: Mackenzie, Osasco entre outros, a atleta saiu de Penápolis e quer se firmar no cenário nacional para “sonhar” com a vaga na seleção de novos, confira o “bate bola” da bela com esse repórter.

Z: Com quantos anos começou no vôlei?

A: Comecei a jogar vôlei com 15 anos.

Z: Onde começou a treinar?

A: Comecei a treinar no Osasco.

Z: Chegou a jogar em Penápolis, antes de ir para o Osasco?

A: (risos) Verdade, joguei sim, comecei a jogar com a Deja.

Z: Quanto tempo ficou treinando e jogando em Penápolis antes de ir para o Osasco?

A: Não me lembro muito bem, mas acho que foi um ano, por aí.

Z: Qual sua altura?

A: Tenho 1.83

Z: Qual sua Idade?

A: Agora estou com 21

Z: Com quantos anos saiu de casa pra seguir a carreira no vôlei?

A: Sai de casa com 15 anos, quando eu fui para o Osasco.

Z: Em quais cidades e clubes você já passou em sua carreira?

A: Passei pelo Finasa em Osasco, Paulistano em São Paulo, Rio de Janeiro, Mackenzie em Belo Horizonte, São José dos Campos, Franca, e agora estou em Araraquara.

Z: Quando começou no vôlei, teve algum incentivo especial de alguém da família?

A: Sim, tive apoio de todo mundo da minha família, desde meus pais, minha avó, meus tios e até dos meus irmãos (risos)

Z: Quais as principais referencias que você tem no esporte? Em quem você se espelha?

A: Tem a Jaqueline, do Osasco, acho que é a jogadora que eu mais me espelho.

Z: Nas categorias de base, chegou a jogar com as atletas que hoje jogam na Seleção Brasileira?

A: Com algumas sim, a Nathalia jogava no Osasco também.

Z: Você já defendeu a seleção de base? O que falta para você chegar à Seleção de Novas?

A: Já defendi sim. Acho que falta muita coisa ainda (para chegar à seleção de novas), entre elas, uma sequência maior e me firmar no cenário nacional.

Z: Se fosse pra escolher um time pra defender na próxima Superliga, qual seria?

A: Uniara de Araraquara.

Z: Se fosse jogar em algum outro país, qual seria? Por quê?

A: Azerbaijão, por estar crescendo e por pagarem bem, e na Itália por existir grandes equipes por lá e ser um país referencia no vôlei.

Z: Jogadoras viajam muito, e ficam longe da família, como você lida com isso?

A: Eu já me acostumei, mas “fico que nem louca” para ir pra casa, aí quando eu chego em casa, “fico igual doida” querendo voltar pros treinos, jogos e viagens. Mas sou muito família, super apegada mesmo, então sempre bate aquela saudade.

Z: Você é de Penápolis, como avalia o vôlei na cidade? E o vôlei de Araçatuba que hoje se tornou referência nacional, já chegou a enfrentar o time de lá?

A: Já enfrentei o Vôlei Futuro no adulto mesmo. E em Penápolis, a categoria de base é boa, até porque a Deja é uma ótima técnica e isso acaba ajudando as crianças a não desistirem do esporte.

Z: Tem alguma história engraçada dentro de quadra ou nos vestiários?

A: Ter sempre tem, mas não me recordo de nenhuma agora.

Z: Qual seu maior sonho no esporte?

A: Não sei dizer o maior não, mas quero ser feliz, fazendo o que eu gosto, que é jogar vôlei.

Z: O Brasil é o atual campeão olímpico, você acha que temos jogadoras de alto nível para conquistar mais uma medalha de ouro?

A: Acredito que sim, essa Superliga (2011/2012) comprova isso, várias “novas jogadoras” apareceram nesta edição e que podem manter essa tradição.

Z: Como lida com a questão da sua beleza, que também chama atenção. Ouve muita cantada das arquibancadas?

A: (risos) Agora levo numa boa, é normal, sempre tem né(cantadas), não tem jeito. Agora eu aceito e acho até graça.

Z: Quais os planos para a temporada 2012/2013?

A: Acho que o principal plano é disputar a Superliga pela Uniara. Depois não sei o que vai acontecer, mas de concreto até agora, só isso mesmo.

Z: Gosta das redes sociais? Tem Facebook e Twitter?

A: Tenho sim, não lembro a senha do meu Twitter, então nunca mais usei. Depois comecei a namorar abandonei tudo, quando terminei, voltei a usar o Facebook, mas o Twitter acabou ficando parado mesmo.

Z: O que é pior na hora de dar uma entrevista?

A: Ah é complicado, me dá branco na hora de responder, por mais que você saiba a resposta, eu fico super nervosa, com medo de dizer alguma coisa que não tem nada a ver. (risos)

Z: Esse ano teve uma competição das “Musas” da Superliga, você está disposta a concorrer a musa da superliga na próxima temporada?

A: (risos) eu? De jeito nenhum, não sou conhecida, não tem como disputar com as outras jogadoras. Muita gente me acha com cara de “patricinha” (risos). Nunca passo uma boa impressão à primeira vista. Acho que não teria chance não. (risos)

Penapolense empata e está a 1 ponto da elite do Paulistão

O estádio Alfredo Castilho, foi palco neste sábado a noite, de uma partida que poderia valer o acesso ao Penapolense, que dependia de 3 pontos nos últimos 3 jogos para chegar pela primeira vez à elite do futebol paulista. E com o empate em 1×1, o Penapolense ficou a 1 ponto do acesso inédito.

O começo de jogo foi equilibrado, com o apoio da torcida, o Noroeste começou marcando mais na frente e tinha as melhores chances. O primeiro gol do jogo saiu depois de uma bobeira da zaga do Penapolense, a bola sobrou entre dois zagueiros e o camisa 7, Diego, bateu e a bola acabou entrando, sem chances para o goleiro Ricardo.

E num contra-ataque, o atacante Fio saiu na cara do goleiro, que derrubou o atacante e fez o pênalti. Na cobrança, Luciano Gigante bateu e fez 1×1.

Depois do gol de empate, o Noroeste caiu de produção e o Penapolense continuou esperando o contra ataque para tentar matar o jogo. O jogo “esfriou” e algumas chances foram criadas, mas nada mudou no placar e o primeiro tempo terminou com o placar de 1×1.

O segundo tempo começou diferente, quem tomou a iniciativa do jogo foi o Penapolense, que quase fez 2×1 com Fio, com menos de 1 minuto. Depois do perigo, o Noroeste tentou equilibrar o jogo.

E a realidade voltou a ser o time da casa atacando e o time de Penápolis esperando o contra-ataque. E depois de muito tentar, num cruzamento, Nena quase fez 2×1 para o Noroeste, mas o goleiro Ricardo fez um milagre e salvou o Penapolense.

E nos contra-ataques, Luciano Gigante foi até a linha de fundo e cruzou, e Fio desviou, mas não conseguiu fazer o 2º gol. E depois de bela jogada de Guaru e Luciano Gigante, Dominguinhos ajeitou e bateu de perna direita, a bola desviou no goleiro Nicolas, que fez ótima defesa e evitou a virada do Penapolense.

Depois de uma falha do zagueiro Biro, Nena bateu forte e Ricardo fez ótima defesa, salvado o time visitante. E na sequencia, numa falta cobrada, Ricardo mais uma vez salva a equipe de Penápolis. E com os minutos passando, o Noroeste foi se lançando cada vez mais para o ataque e deixando mais espaços para o contra ataque do Penapolense.

E em uma dessas chances, Dominguinhos saiu na frente do gol e por pouco não deu a vantagem ao time de Penápolis, mas esbarrou no goleiro Nicolas. E nos últimos minutos, o Noroeste colocou mais dois atacantes e foi para o ataque, mas esbarrou nos tantos “milagres” do goleiro Ricardo no jogo.

E aos 47 minutos, Dominguinhos chegou de frente e bateu mal, e quase fez a festa do acesso.

Ao final dos 90 minutos, o placar apontou 1×1, bom resultado para o Penapolense, que chegou a 8 pontos e está a 1 empate em dois jogos para garantir o acesso à Série A1 do Paulistão. 

Penapolense faz 4×1 em casa e se isola na liderança do Grupo 3

O Penapolense venceu mais uma e está cada vez mais perto de realizar o sonho de disputar pela primeira vez a Série A1 do Campeonato Paulista. A “vítima” dessa vez foi o Noroeste, que foi até o estádio Tenente Carriço e perdeu por 4×1, em mais uma bela atuação do trio de frente (Fio, Gigante e Guaru) da equipe penapolense.

O primeiro tempo começou com pressão da equipe do Penapolense, que abriu o placar com 3 minutos de jogo, depois de um bate-rebate dentro da área, Santos pegou de pé esquerdo e fez 1×0.

Com o gol, o Noroeste foi pra cima e fez gol com Romarinho, batendo de esquerda no canto do goleiro Ricardo. Depois do empate, os dois times tiveram chances, mas os goleiros apareceram bem e evitaram os gols.

O segundo gol do Penapolense saiu aos 42 minutos do primeiro tempo, depois de uma ótima jogada de Gigante, e um chute de Fio, a bola sobrou para Guaru que bateu sem chance para o goleiro, fazendo 2×1.

No segundo tempo, os dois times mantiveram o ritmo, apesar do calor no Tenentão. E com o passar do tempo, o calor começou a fazer efeito, e o ritmo do jogo caiu.

Aos 15 minutos, após um cruzamento , a bola bateu na mão do jogador do Noroeste, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Luciano Gigante fez 3×1 e praticamente garantiu os 3 pontos.

Faltando pouco mais de 15 minutos, em cobrança de falta, Juninho bateu falta e a bola estourou no travessão, na sequencia do lance, Guaru puxou o contra-ataque e deu um passe “açucarado” para Fio, que fez o 4º e deu números finais ao jogo.

Com os resultados dessa rodada, o Penapolense assumiu a liderança isolada com 7 pontos, contra 4 pontos do Noroeste, 3 do São Bernardo e 2 do Red Bull.

Na próxima rodada, o time de Penápolis vai até Bauru enfrentar novamente o Noroeste, em caso de vitória, o time praticamente se garante na elite do futebol paulista. O jogo será às 19 horas, no estádio Alfredo de Castilho.

Penapolense vence fora de casa e assume liderança do Grupo 3

Penapolense vence fora de casa e assume liderança do Grupo 3

Jogando nesta quarta feira, no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo, o Penapolense conseguiu um importante resultado na busca pela vaga na Série A1 em 2013. O time do técnico Edson Só venceu o time da casa por 3×1, e assumiu a liderança do Grupo 3, com 4 pontos, mesma pontuação do Noroeste, seu próximo adversário.

A história do jogo começou a ser escrita depois de uma troca de passes entre Gigante e Guaru, o camisa 11 bateu cruzado dentro da área, a bola desviou no zagueiro e matou o goleiro do Tigre, fazendo 1×0 pro Penapolense aos 27 minutos do primeiro tempo e comemorou ao som de “Tchu Tcha”.

Depois do intervalo, o Penapolense continuou dominando, e logo aos 5 minutos, Niander chegou dentro da área, após um belo contra ataque puxado por Guaru, e fez 2×0, dando mais tranquilidade para a equipe de Penápolis.

Diante de mais de 8 mil torcedores, Bady bateu falta e diminuiu, 2×1, dando esperança para a torcida que lotou o estádio 1º de Maio.

Com o time da casa indo para cima, o Penapolense acabou “matando” o jogo em um contra ataque. Depois de um cruzamento, o atacante Beto, de letra, fez 3×1, aos 39 do segundo tempo. Nos acréscimos, o mesmo Beto acertou o travessão e quase fez o 4º do time penapolense.

No domingo, o Penapolense recebe o Noroeste, no estádio Tenente Carriço, às 10 horas. Quem vencer pode colocar uma das mãos na vaga, já que chega a 7 pontos.