Penapolense vence o XV de Piracicaba por 2 a 0 e conquista a 3ª vitória no Paulistão

O Penapolense surpreendeu mais uma vez e chego a 3ª vitória no Paulistão, o time venceu o XV de Piracicaba por 2 a 0 e se garantiu no G8 por mais uma rodada. Com o resultado, o time de Penápolis chega aos nove pontos, enquanto isso, o XV fica com quatro pontos.

O primeiro tempo começou com a “correria” típica do time da casa, que jogando com o apoio da torcida queria abrir o placar logo no começo do jogo, e a pressão inicial deu resultado, aos 8 minutos, depois de cruzamento de Rodrigo Biro, Cesinha tentou cortar e acabou colocando para dentro do gol, fazendo 1 a 0 para o Penapolense. Os dois times continuaram perdendo boas chances, até que aos 39 minutos, Rodrigo Biro tomou o 2º cartão amarelo por simulação e foi expulso. Com a mais, o XV tentou empatar ainda no final do primeiro tempo, mas esbarrou em uma atuação segura dos zagueiros do Penapolense e do goleiro Marcelo.

No segundo tempo, o XV aproveitou a vantagem numérica e foi para cima, e por pouco não empatou, primeiro com Diego Silva e depois com Paulinho. Depois de fazer algumas substituições, e tirar Fio e colocar o atacante Silvinho, o técnico Edison Só viu o estreante receber belo passe e cruzar na cabeça de Guaru, que sozinho, fez 2 a 0 para o Penapolense e chegou aos mesmos quatro gols de Neymar, na artilharia do Paulistão.

Logo depois de sofrer o gol, o XV ainda teve o volante Adilson Goiano expulso depois de tomar o segundo cartão amarelo. Com 10 para cada lado o jogo ficou mais equilibrado e com mais chances de gols, apesar de criar boas chances, o placar permaneceu o mesmo até o apito final.

Depois do apito final, uma confusão entre o lateral Luis Felipe (Penapolense) e o atacante Léo Mineiro (XV de Piracicaba) acabou resultado na expulsão do jogador do time de Penápolis.

O Penapolense volta a campo no próximo sábado, diante da Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, às 19h30.

[Crônica] “Um domingo para nunca mais esquecer”

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O domingo prometia fortes emoções no jogo entre Palmeiras e Penapolense, um torcedor em especial – esse que vos escreve – iria pela primeira vez, aos 25 anos, assistir suas duas equipes se enfrentarem em uma partida oficial, válida pelo Campeonato Paulista.

Depois de uma viagem rápida, de Jundiaí até São Paulo, foi só deixar a mochila em casa e passar na casa do amigo amazonense, que topou acompanhar a partida histórica, no caminho até o estádio o pensamento era um só:  “que o CAP perca de pouco, não pode tomar goleada” e o papo sobre a última partida (contra o Mogi) me fez desanimar ainda mais e desacreditar em “milagres”.

Primeiro, entramos na fila errada, depois subimos uma escada típica daquelas que você vê um dia e diz que só subiria para pagar promessa – mal sabíamos que estávamos pagando uma promessa de um resultado histórico.

Na hora de comprar o ingresso, presenciamos um “velhinho engraçado” com 3 cartazes sobre o CAP – que eu acredito que ele queria que aparecesse na transmissão da TV e confesso que depois que entrei na arquibancada não o vi mais. Antes de entrar, ainda tivemos um pequeno contratempo, o Campos havia esquecido sua carteirinha de estudante e teria que pagar a entrada inteira, mas já estávamos ali, não iriamos voltar e ver o jogo pela TV, pagamos e entramos no Pacaembu frio e bastante vazio.

Assim que entrei comecei a procurar meu tio, um “apaixonado”, literalmente, pelo CAP – que havia saído de Penápolis às 6 horas da manhã e chegado em São Paulo às 2 da tarde – logo o vi acenando e fui até lá.

Na hora do time entrar em campo, chamaram meu primo de 5 ou 6 anos para entrar com os jogadores do CAP, mas acho que o lado “interiorano” falou mais alto e aquele estádio “gigante” o assustou, ele preferiu ficar ali, do lado do meu tio e do seu irmão.

O jogo começou e logo veio o 1º gol do Palmeiras – a primeira coisa que passou na minha cabeça foi: “vai ser goleada, p*** que pariu viu”. Na sequência, veio o empate e a sensação foi “pelo menos não vai ser de zero”. 5 minutos depois, veio a virada, apesar da chuvinha fina que incomodava um pouco, comemorei a virada como nunca havia comemorado nenhum título ou gol, a emoção foi tanta que a pulseira do relógio estourou  e o relógio, ou o que sobrou dele,  foi parar 3 degraus abaixo de onde eu estava, mas isso era o que menos importava, afinal, o Penapolense estava vencendo o Palmeiras dentro do Pacaembu.

Logo veio a fome e a lembrança de que não tínhamos nenhum real para comprar as famosas “porcariadas” dos estádios (cachorrão, batata frita, pipoca e afins), pois havíamos gastado o $$ com os ingressos, veio também a lembrança de que se tivéssemos comprado a capa de chuva – ainda fora do estádio, não estaríamos ali tomando chuva “felizes” da vida – com mais de 300 penapolenses de vários lugares e que se “encontraram” por causa do futebol – já havia sido assim ano passado, em Campinas, quando o time conquistou o acesso diante do Red Bull Brasil.

No intervalo, foi hora de pegar um “empréstimo” com meu tio, pois a fome batia e o jogo não “voltava”. Então foi a hora de matar a fome e comer aquelas porcarias que fazem ir ao estádio valer a pena.

O segundo tempo começou e logo aos 10 minutos, uma expulsão um tanto quanto estranha deixou o Penapolense com 10 jogadores em campo e logo surgiram aqueles comentários “esse juiz tá comprado”, “o Palmeiras já deu mala branca pra esse filho da p***”, entre outros, já conhecidos por quem vai aos estádios brasileiros.

A chuva não parava e começava a aumentar na mesma intensidade que o Palmeiras pressionava em busca do empate, mas o alviverde parava em uma excelente atuação de Marcelo (Ex- Corinthians e Bahia) – que tinha apelido de Horácio (braço curto) nos últimos clubes que defendeu e que chegou “um pouco” fora de forma e não passava muita confiança para a torcida.

A garoa diminuiu e a pressão palmeirense também, e depois de um contra ataque – arma do Penapolense – surgiu um escanteio que foi cobrado por Guarú, depois disso veio o “ápice” da tarde, um penapolense de nascimento, Perez – antigo capitão da equipe nos dois acessos do clube – subiu de cabeça, chegou antes do goleiro Fernando Prass e fez 3 a 1, praticamente garantindo a vitória histórica com uma pitada do destino – era a primeira partida contra um clube grande e a vitória viria com gol do único penapolense no elenco capeano – na hora do terceiro gol pude ver meu tio com mais de 40 anos e meu primo com apenas 5, chorando por conta de um jogo de futebol, por causa de um time, de um momento que ficaria sim marcado e que será contado diversas vezes, sempre lembrando de um detalhe diferente.

No apito final, só restou comemorar algo que nem o mais otimista dos penapolenses poderia apostar, uma vitória histórica com “requintes de crueldade com os corações penapolenses”, uma vitória que com certeza será lembrada por muito tempo, e que com certeza, comprova que o futebol é realmente fascinante, nem sempre o melhor vence e nem sempre o time do interior vai ser “saco de pancada” dos times grandes.

A volta para casa foi uma mistura de felicidade e “sonho”, pois como já disse, a ficha de tudo ainda não caiu, mesmo revendo os gols na internet, acho que vou demorar alguns dias, meses ou quem sabe anos para acreditar que o “meu Penapolense” venceu o “meu Palmeiras”.

Em tarde “histórica”, Penapolense vence o Palmeiras no Pacaembu

O Penapolense voltou a surpreender no Paulistão 2013, depois de terminar a primeira rodada na liderança, o time do interior voltou a “aprontar”, desta vez, venceu o Palmeiras, no Pacaembu por 3 a 2, com 10 jogadores. Com o resultado, o Penapolense chegou aos seis pontos e é o 4º colocado.

O primeiro tempo começou com o Palmeiras pressionando com o apoio da torcida e o Penapolense com certo “receio” de ir para o jogo. A história começou a mudar quando Guarú fez falta perto da área e Ayrton cobrou sem chances para o goleiro Marcelo.

Com o gol sofrido, o Penapolense resolveu sair para o jogo e foi buscar o empate aos 9 minutos, com Guarú, cobrando falta, que explodiu na trave e nas costas do goleiro Fernando Prass, antes de entrar. Aos 14, depois de uma troca de passe de Rodrigo Biro e Guarú, o lateral cruzou para Magrão apenas empurrar para o fundo das redes, e fazer 2 a 1 para o time de Penápolis.

No segundo tempo, aos 10 minutos, Jaílton foi expulso após fazer “cera” e o Penapolense teria 35 minutos para segurar a pressão do Palmeiras – que também estava jogando pressionado pela própria torcida – e o time da casa chegou perto de empatar pelo menos 3 vezes, mas todas elas pararam no goleiro Marcelo.

Depois de conseguir segurar o time da casa, o Penapolense chegou ao 3º gol com Perez – antigo capitão e Penapolense de nascimento – que de cabeça fez um gol que deu certa tranquilidade ao time do interior.

Aos 44, Luan fez o 2º gol palmeirense e deu esperanças aos pouco mais de 7 mil torcedores que já deixavam o estádio, apesar dos 4 minutos de “sufoco” o time de Penápolis conseguiu segurar o placar e saiu do Pacaembu com 3 pontos e uma vitória histórica na bagagem – alguns jogadores foram saudar a torcida e choraram após o apito final.

Penapolense perde para o Mogi Mirim por 3 a 0

Depois de uma bela estreia, o Penapolense foi até Mogi Mirim e foi derrotado pelo time da casa por 3 a 0, com o resultado, o time caiu para a 9ª posição, ficando de fora do G8.

O primeiro tempo começou equilibrado, os dois times estavam com uma formação ofensiva e buscando o gol. O Mogi chegou a assustar o CAP pelo menos três vezes, mas não conseguiu abrir o placar. No final do primeiro tempo, o Penapolense criou boas chances, mas também não conseguiu balançar as redes. Aos 42 minutos, Carlos Alberto abriu o placar depois de sair “cara a cara” com o goleiro Marcelo.

No segundo tempo, os dois times continuaram atacando. Aos 17, Roger bateu, a bola desviou e sobrou para Carlos Alberto que de cabeça fez 2 a 0 para o Mogi Mirim.

Perdendo por 2 a 0, o CAP foi para o ataque e parou na trave, depois de uma cabeçada de Fio. Apesar da pressão do time visitante, foi o Mogi que chegou ao 3º gol, Roni tocou para Wagninho, que de primeira fez o gol aos 31 minutos. Os times não conseguiram mais criar boas chances e o placar terminou com 3 a 0 para o Mogi Mirim.

Com o pé direito: Penapolense vence o Ituano na estreia do Paulistão

O Penapolense fez sua estreia na elite do Paulistão neste sábado (19), e começou com o pé direito, fez 3 a 0 no Ituano, jogando no estádio Tenente Carriço, em Penápolis.

E o primeiro gol da equipe da casa demorou um pouco a sair, só aos 30 minutos com Guarú, que chutou de fora da área e fez o 1º gol do clube na elite estadual. E aos 32, o mesmo Guarú foi derrubado na área, bateu o pênalti e fez 2 a 0 para o Penapolense.

No segundo tempo, o Penapolense fez 3 a 0 com 15 minutos, com Fio, depois de passe de Viola.

Na próxima rodada, o Penapolense enfrenta o Mogi Mirim fora de casa, na quinta-feira às 19h30.

Penapolense apresenta o uniforme para 2013 e a musa do clube

O Clube Atlético Penapolense apresentou no último sábado, sua musa e o novo uniforme para a temporada 2013. O evento de lançamento contou com aproximadamente 300 pessoas. (Veja as fotos no Facebook Oficial do Clube)

A musa foi eleita por votação dos torcedores pela página oficial do Facebook do clube, e Ingrid Ribeiro foi a vencedora, que será responsável por representar a equipe de Penápolis nos eventos da Federação Paulista de Futebol – e disputará para ser a musa do Paulistão 2013.

Os dois modelos de uniformes foram mostrados pela primeira vez para a impressa e para os torcedores e serão fornecidos pela Kanxa. A previsão é de que os uniformes estejam a venda já nos próximos dias.

Além disso foi anunciada uma ação que envolve a equipe e uma ONG de recuperação florestal, a Flora Tietê, que é sediada em Penápolis. De acordo com a parceria, que se chamará “Semeando Gols”, a cada gol marcado pela equipe na elite estadual, serão plantadas 100 árvores, caso o número de gols marcados na mesma partida seja superior a 3, o número de árvores por gol sobe para 500.

O time faz sua estreia na elite estadual no próximo sábado, às 19h30, contra o Ituano, jogando no Tenente Carriço, em Penápolis.

Amistoso: Penapolense goleia Novorizontino por 4 a 1

O Penapolense venceu bem o último amistoso antes da estreia no Paulistão 2013, com portões fechados para a torcida e jogando no CT do clube, o time venceu o Novorizontino por 4 a 1.

O time começou pressionando e fez 1 a 0, aos 5 minutos de jogo, com Fio; aos 8, Guarú fez 2 a 0 e quatro minutos depois, o mesmo Guarú fez 3 a 0. No final do primeiro tempo, Fio fez o quarto gol, aos 44 minutos.

No segundo tempo, o time sofreu várias alterações – Biro entrou no lugar de Jailton; Fernando no lugar de Anderson Carvalho; Daniel no lugar de Neto; Luciano Gigante no lugar de Guaru e Silvinho no de Viola. O gol do Novorizontino descontou de falta aos 33 minutos, com Piti.

O time volta a campo no próximo sábado, às 19h30, contra o Ituano, fazendo a estreia no Paulistão 2013.