[Crônica]: Tchau, i have to go now!

O intuito do blog nunca foi falar de mim, sempre tentei trazer coisas sobre o Penapolense e sobre o esporte da região onde estava morando, mas nesse caso, tive que abrir uma exceção, continuarei falando de esporte, até porque isso continua sendo a minha paixão e o que me motiva a seguir em frente, mas dessa vez, vou de novo traçar um paralelo com o futebol.

Em 2012, o sonho de fazer a pós de Jornalismo Esportivo na FAAP ganhou força e virou realidade, e confesso, aprendi mais do que esperava, e melhor que isso, fiz amigos que quero levar pro resto da vida. Alguns mais presentes que outros, mas todos eles com um papel bacana nesses dois anos na terra da garoa.

O ano de 2013 foi mais especial, por que fui mais ao estádio, e nos jogos mais interessantes/importantes desse ano, sempre tive a companhia de um “brother” que veio de longe, de Manaus, para ser mais exato. E logo ele, esteve presente comigo no jogo em que meu “pequeno” Penapolense calou o Pacaembu inteiro e venceu o Palmeiras e também no título do meu “grande” Palmeiras, em cima do Boa Esporte, pela Série B.

E no meio de tudo isso, tivemos ainda um SP e Lusa no Canindé (com Rogério perdendo pênalti) e um Juventus e Guaratinguetá na incrível Rua Javari – o estádio mais simpático de São Paulo – com direito a show da torcida da Mooca e com o cannoli mais sensacional que já experimentei.

Além disso, aprendi a torcer por dois clubes, Botafogo e Nacional-AM acabaram se tornando times simpáticos para mim. Torci pelo Naça na Série D, e torcemos juntos para uma final entre Nacional-AM e Penapolense-SP, mas os times não ajudaram muito.

E de uns tempos para cá, estamos criando uma rivalidade sadia, quer dizer, quase sadia (só o sono é que não é tão sadio assim). Os jogos de futebol no vídeo game consomem boa parte da madrugada e a preguiça e o sono no dia seguinte são quase que inevitáveis.

Os dois anos de “validade” de boa parte dos “estrangeiros” que vieram fazer a pós estão terminando, alguns já voltaram, caso do maranhense mais carisma que eu conheço, e outros estão prestes a voltar, e sim, isso não é legal, porque de alguma forma, essas pessoas acabaram se tornando a minha família, essas pessoas conheceram a terrinha e sempre estiveram comigo em horas boas e ruins, e agora, sabe lá Deus quando é que vamos poder sentar num bar aleatório, falar de futebol e dar risada, ou passar uma madrugada inteira jogando vídeo game como se tivéssemos 15 anos.

E além de tudo, está chegando a hora de eu me despedir da terra da garoa também, não sei data e nem o rumo que vou tomar, mas uma coisa é fato, as gotas de chuva no fim da tarde ou durante um jogo vão fazer falta, independente de onde eu esteja e do que rumo que eu tome. Além disso, as pessoas que fizeram parte desses dois anos em SP também farão falta, foram vários amigos, várias histórias, muita risada, e acho que além da pós, SP foi muito boa comigo, colocando pessoas como essas para fazer parte do meu dia a dia, e me dando a oportunidade de aprender não apenas jornalisticamente, mas como “gente”, como pessoa.

É isso. Valeu SP, valeu galera, nos vemos logo mais, ou seria logo menos?

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