[Crônica]: “Agora (e por muito tempo) é que são elas”

Bom, com a chegada do fim do ano, chega a hora de fazer um balanço do ano, e sim, fiz isso depois que as aulas da Pós acabaram, na despedida do melhor amigo que fiz em SP, e tenho a mania de fazer isso sempre. E com o dia 20 se aproximando, vai ficando mais perto o “tchau” e a vontade de deixar claro a importância das pessoas nesses dois anos de São Paulo. Agora vou falar um pouco das “zubetes”, ou melhor, das “gurias  que fizeram parte da minha vida paulistana”. E de alguma forma,  tentei encaixar alguma coisa do esporte de forma direta ou indireta, assim como eu percebi que a cultura, em muitos casos, se fez presente no meu dia a dia, por conta de alguma dessas pessoas especiais.

Começando com a minha “irmã” em SP, a Carina é aquela pessoa que esteve comigo nos piores momentos – literalmente – de 2013, foi ela que estava comigo quando soube dos falecimento do meu tio e da minha vó – ainda em solo baiano. A sempre me deu uma força sem igual, é uma das pessoas mais sensacionais que conheci, não só em SP, mas nesses 26 anos de vida. Com ela aprendi um pouco mais sobre o Taekwondo, foi com ela que eu ri por várias madrugadas, com ela conheci outros estilos musicais, e com ela também fui obrigado a ver esses programas “chatos” de música, que ela é viciada. Além disso, me fez ganhar vários quilos, indo no Black Dog ou no Mc Donald’s às 5 da matina. Foi na companhia dela que fui pagar promessa em Aparecida e com ela que fui para Salvador, disposto a voltar em definitivo muito em breve.

Giovanna: é daquelas pessoas que posso ficar séculos sem conversar, que num papo de 5 minutos, já sei tudo que tá rolando. Foi um dos achados que a Pós me deu, mesmo saindo logo no começo do curso. Foi alguém que sempre esteve por perto, mesmo estando longe.  Sempre que marcamos um bar, o papo rende como se tivéssemos nos falados todos os dias. Sem contar que era a minha parceira na porção de batata frita. Além de tudo isso, é a são paulina mais fanática/doente que eu conheço, o “tomanoc*” não me deixa mentir. É daquelas pessoas que sei que posso confiar, e acho que a recíproca é bastante verdadeira.

Renata: conheci num domingo chato e sem graça, comendo pastel no Mercadão Municipal, desde o começo sabia da fama de “enrolada” e de que não saia de casa por nada no mundo. Mesmo assim, acabamos nos aproximando tanto que ela acabou virando minha confidente e minha “psicóloga” nos momentos mais complicados. Foram vários cafés – na presença de globais – e whatsapp o dia todo, rindo e falando bobeira. Com certeza é alguém que apareceu do “nada” e que vai ficar por muito tempo – espero que para sempre – na minha vida. É daquelas que basta uma mensagem ou um pouco de silêncio para saber que as coisas não estão bem. Sempre me deu força e me apoiou até quando eu mesmo não sabia se me apoiaria.  Além disso, é apaixonada pela seleção da Argentina e pelo Messi, a sempre consegue animar até o lugar mais desanimado, tem um senso de humor e uma simpatia que cativa, é difícil dizer, mas é a “preta” mais gente boa que eu conheci nesses 26 anos.

Malu: foi a última a entrar de fato na minha vida paulistana. Com o passar do tempo foi se aproximando e hoje dispensa comentários. De todas, com certeza, é a que mais me faz rir. É aquela companhia que eu poderia dizer que é sensacional, que conta histórias engraçadas e que ri dela mesma (ou na maioria das vezes, de mim, né?). Não importa se é almoço, janta ou qualquer outra coisa, quando estamos juntos, a única certeza é que vamos rir, e muito. Resolveu ser minha “personal” com direito a música e coreografia – quero só ver o resultado disso. Quero levar comigo, não apenas nesses dois anos, que nesse caso foi um ano, ou até menos que isso. Com certeza, quero rever quando vier para São Paulo e lembrar das bobeiras e das palhaças, e mesmo velho, rir até a barriga doer, porque tenho certeza que na companhia dela, risadas nunca vão faltar. E ainda tem um ps: conseguiu me enrolar por mais de 1 ano para ir ver um jogo no Pacaembu e jura de pé junto que é corintiana, mas nisso aí, eu não boto muita fé. Dizem que o que vale não é o tempo, mas a intensidade, e se for assim, com tantas risadas e bobeiras ditas, a intensidade já comprovou que vamos longe.

E sim, tiveram outras meninas que fizeram parte desses tempos em SP, mas com uma intensidade um pouco menor e com o convívio mais “reduzido”, mas que também possuem meu carinho e seu espaço nesses dois anos em que estive na terra da garoa.

Só tenho a agradecer a todas vocês pelos momentos sensacionais que passamos, cada uma com seu jeito único fizeram esses dois anos passarem mais rápido, e que cada sorriso não seja apenas um sorriso de uma boa lembrança, mas um sorriso de que tudo isso valeu MUITO a pena.

Obrigado por fazerem desse Zuba, um cara melhor, mais divertido, mais companheiro e até  – na maioria das vezes – mais besta, afinal de contas, esse sou eu.

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