O Vôlei de Osasco e a volta por cima

Bom, estou de volta ao blog, espero que agora tenha um tempo para postar com mais regularidade, mas hoje voltei para postar depois do pedido do Carlos via MSN, que disse que entrava sempre por aqui e nunca tava atualizado…

E o assunto de hoje, depois de muito tempo é a Superliga Feminina de Vôlei, na verdade é a definição do 1º finalista, um velho conhecido dessa final, a equipe de Osasco.

Esse mesmo Osasco que no começo do ano passou por um mau momento, foi “abandonado” pelo antigo patrocinador e acabou por “desfazer” praticamente todo o time.

Devido à movimentação da Prefeitura de Osasco e de empresários da cidade, a equipe conseguiu um novo patrocinador e conseguiu “refazer” praticamente todo o plantel, incluindo os destaques e a comissão técnica, chegando pela 9ª vez na final da Superliga Feminina.

Esse termo que vou usar agora pode até parecer meio clichê, mas em menos de um ano, a equipe de Osasco conseguiu dar a volta por cima, e passou de uma equipe abandonada pra equipe finalista. Nada como uma cidade mobilizada em prol de uma equipe ou de um esporte, coisa que é muito raro de se ver principalmente nessa querida Maringá.

Agora aproveito esse pequeno post pra mais uma vez deixar uma pergunta pro amante do esporte maringaense: Quando os patrocinadores da equipe de vôlei masculino da cidade acabaram por “abandonar” a equipe, por que nossa prefeitura e nossos empresários não “abraçaram a causa” e não deixaram a equipe morrer mesmo tendo garantida a vaga na Superliga?

Anúncios

Falta de patrocínio: Até quando?

Esporte maringaense enfrenta dificuldade de disputar competições nacionais

A cidade de Maringá possui bons times, mas sempre tem dificuldade para disputar campeonatos fora do estado, pois falta apoio financeiro por parte da iniciativa privada e pública. Um exemplo de que o esporte deixa a desejar é o fato dos atletas maringaenses só se tornarem destaques nacionais quando vão jogar em times de outras cidades.

Maringá já disputou torneios nacionais em diversas modalidades, seja no futebol de campo, no vôlei ou futsal, mas hoje em dia o esporte maringaense anda esquecido. O apoio é mínimo e em muitos casos é praticamente inexistente. Graças a isso, os times e atletas precisam fazer alguns “milagres” para continuar na ativa.

O time de vôlei é um exemplo disso. No ano passado conseguiu participar da Superliga, com o apoio de algumas empresas da cidade, mas neste ano a falta de patrocínio fez com que o time pedisse um afastamento da competição nacional. Mesmo com o titulo dos Jogos Abertos do Paraná e do Campeonato Estadual, a equipe não conseguiu o apoio necessário para garantir a sua participação. Outro time que foi bem é o Ciagym/Maringá de futsal, que mesmo sem muito apoio conseguiu ser vice-campeão Estadual e também o terceiro lugar nos Jogos Abertos do Paraná.

Um dos motivos para Maringá enfrentar dificuldades todo ano na montagem de equipe é justamente a falta de patrocinadores e de empresários da cidade dispostos a investir no esporte da cidade. “Teria de fazer uma discussão, chamar os empresários, e expor o as vantagens e falar do retorno que isso dá, em nível nacional, para que eles possam investir nesses esportes amadores, que dão mais retorno que o futebol”, afirmou o secretário de Esportes, Márcio Stábile

A prefeitura por meio da Lei de Incentivo ao Esporte repassa parte dos impostos para as associações esportivas da cidade, ajudando assim a manter o esporte da cidade, mesmo sem patrocínio de outros setores. “A prefeitura faz a parte dela, ela fornece espaço e ela repassa recursos para a formação de atletas” afirmou Stábile.

Maringá, que já foi destaque no cenário nacional do futebol – na época do glorioso Grêmio Maringá -, passa por uma situação difícil. O time da cidade, o Galo/Adap, é mais um reflexo da falta de apoio às equipes maringaenses. A equipe pediu afastamento do Campeonato Paranaense devido à falta de patrocinadores, o que pegou muita gente de surpresa e, inclusive, gerou revolta entre a torcida da cidade. O Secretário de Esportes afirmou que também não esperava, pois estava aguardando a direção da equipe pra definir a utilização do estádio Willie Davids no campeonato estadual.

Para o estudante e torcedor maringaense, Felipe Botion, a ausência do time de futebol foi bastante sentida. ”Eu fiquei triste, Maringá é uma cidade com tradição no futebol, tricampeã do estado, não pode ficar sem um time de futebol”, afirmou o estudante. Ele acha ainda que as empresas da cidade têm medo de “gastar” dinheiro com qualquer tipo de esporte, já que elas visam somente o lucro, e dependendo do esporte esse lucro seria pouco, ou demoraria muito a aparecer.

“Eu vejo alguns empresários que não pensam no esporte da cidade, em ajudar a cidade de alguma maneira, o que não falta é empresário que tem dinheiro para investir em esporte, mas acho que eles não acham interessante”, afirmou Carlos Emori Júnior, torcedor.

Alguns atletas precisam sair da cidade para continuar no esporte e, em alguns casos, esses atletas acabam se tornando destaques nacionais. Foi o que aconteceu com o jogador de vôlei, Robinson Dvoranen, que hoje defende as cores da Ulbra na Superliga de Vôlei. Outro atleta que deixou a cidade para continuar no esporte foi o também jogador de vôlei, Fernando Mari, que acabou indo para a Europa, disputar o campeonato português pelo time do Esmoriz. Os dois atletas começaram no vôlei por aqui, mas tiveram de sair da cidade para conseguir algo melhor para a carreira. O caso de Fernando é mais recente. Ele saiu da equipe após a conquista do título estadual deste ano.

Fernando Mari é meio de rede e participou das conquistas dos Campeonatos Estaduais do ano passado e deste ano, e do título dos Jogos Abertos do Brasil também este ano. “A nossa cidade sofre com a falta de investidores, porém não é somente esse o problema, acho que falta um apoio daqueles que tem a verdadeira responsabilidade com isso, ou seja, Prefeitura, Governo do Estado. Se o Poder Público não ajuda e não vai atrás, qual é a credibilidade que é passada para um investidor? Sendo que nem aqueles que têm a “obrigação” de ajudar não colaboram”, afirmou o jogador que passou boa parte de sua carreira defendendo as cores de Maringá.

Mesmo com tantas dificuldades, os times maringaenses geralmente superam os problemas e estão se firmando cada vez mais como destaques no estado, com conquistas consecutivas dos campeonatos estaduais, como no caso do vôlei e do handebol. Além disso, “brigam” por um lugar ao sol no cenário nacional, coisa que os times ainda não têm conseguido.

por Zuba Ortiz

Fim de Semana Esportivo em Maringá – Vôlei e Futsal

Maringá mais uma vez venceu os dois jogos que disputou no final de semana, nos jogos de sexta e sábado, o time maringaense venceu os dois jogos contra o Círculo Militar/ Dom Bosco, de Ponta Grossa, jogando no colégio Regina Mundi.

Na sexta feira, o jogo foi mais equilibrado, e o time de Maringá só conseguiu a vitória no 5º set. No jogo de sexta, o time perdeu o 1º set, venceu o 2º, perdeu o 3º, venceu o 4º e o 5º set.

No sábado, o jogo foi mais tranqüilo para o time de Maringá que venceu o jogo por 3 sets a zero, com parciais de 25×19, 25×14 e 25×21. Com o resultado o time de Maringá continua com 100% de aproveitamento, após oito jogos do estadual, já o time do Círculo Militar/Dom Bosco, continua sendo o inverso da equipe maringaense, foram oito jogos e oito derrotas. 0% de aproveitamento até agora na competição estadual.

Maringá precisa de uma ou duas vitórias nos quatro jogos que faltam para garantir matematicamente a vaga para a final do campeonato estadual, agora são duas semanas de trabalho, para que essas vitórias venham contra Cascavel, e que o time enfrente araucária sem nenhuma responsabilidade e com a vaga já garantida na grande final.

FUTSAL – CIAGYM X CASCAVEL

Dessa vez não deu pro nosso futsal, o Ciagym até começou o jogo dando a impressão de que dominaria o jogo, abrindo logo de cara 2×0 com gols de Butina e Kumano, depois Cascavel descontou, mas o time maringaense fechou o 1º tempo com 3×2 no placar.

E a superioridade do 1º tempo acabou ficando no vestiário, no segundo tempo, o time tomou o empate faltando 15 minutos para o final do jogo, depois disso, o jogo foi equilibrado, até que o time visitante fez 4×3, depois disso, o time maringaense teve que se arriscar mais e com o goleiro linha acabou tomando dois gols, ainda conseguiu descontar com Alan, mas era tarde, final de jogo Cascavel 6×4 Ciagym/Maringá.

O time que agora vai até Medianeira enfrentar a equipe da casa e depende de uma vitória para garantir a classificação para a fase final da Chave Ouro.

por Zuba Ortiz

Maringá deverá ter time na Superliga 2008/2009

O time de vôlei de Maringá que disputa o Campeonato Paranaense de vôlei, deve ser confirmada na Superliga deste próximo ano, o acerto depende apenas de alguns patrocinadores, que ainda não definiram os detalhes dessa temporada, enquanto isso, o time continua 100% no campeonato estadual, o que tem ajudado na busca por patrocínios para essa próxima Superliga.

Alguns reforços chegaram para esse ano casos de Léozão e Edson que disputaram a última Superliga por São Caetano/Tamoyo e Roosevelt que estava no Atibaia, e que já estão disputando o estadual.

O time ainda busca reforços, já que perdeu jogadores como: Thiagão (que foi um dos destaques do time na última Superliga), China ( que era um líder dentro de quadra), Fernando (que deve está de saída, mas ainda está defendendo Maringá no estadual) e André-Dez (que foi outro destaque no meio de rede ao lado do Fernando), sem contar jogadores raçudos e que davam o sangue pela equipe casos de Hudson, Kulaska, Dú, Neguinho, Gui, entre outros.

O time precisa de reforços, mas creio que esses reforços só virão (se eles vierem mesmo, perto do começo da Superliga), o time que irá jogar os Jogos Abertos e o Estadual deverá ser esse mesmo, com a chegada de algum outro atleta, mas nada de “peso”, comparados aos jogadores que perdemos.

É esperar, como a torcida irá reagir a um time totalmente novo e desconhecido por grande parte dela, a expectativa é que a torcida apoie como sempre fez, afinal, são as cores e o nome de Maringá que estarão dentro de quadra.

por Zuba Ortiz

Purity/Cesumar 1×3 Uniamérica/Foz do Iguaçu

Não foi a despedida que o torcedor maringaense esperava. Um time apático, cometendo erros primários, e um time de Foz jogando bem desde o começo. Esse foi o cenário visto por quem foi até o ginásio Chico Netto acompanhar o último jogo da Superliga deste ano.

Um time que nenhum torcedor no ginásio conseguiu entender, o time foi crescer apenas no 3º set, e mesmo assim, foi na base da superação. No 4º set, o time mostrou o desinteresse no jogo. Quando uma bola no fundo de quadra, com dois jogadores acompanhando e uma aposta no famoso “golpe de vista”. O resultado foi a “derrubada” do time no final do set e a vitória da equipe de Foz.

O primeiro set foi um set para ser esquecido, o time errou ataques bobos, queimou várias bolas de fundo, e tocou muitas vezes na rede, fazendo o time de Foz abrir uma boa vantagem no placar, que foi fechado em 25×19.

No segundo set novamente o time não se encontrou em quadra e mostrou novamente erros que não foram cometidos em nenhum outro jogo desta Superliga e o placar foi 25×21 novamente para a equipe de Foz.

O terceiro set foi bem disputado com o time maringaense abrindo vantagem apenas no final do set, e mesmo com um voleibol fraco e sem muito esforço, o time venceu o set e evitou uma derrota por 3×0 para a equipe de Foz que já estava rebaixada. No final do set o placar apontava 25×23 para a equipe do Purity/Cesumar.

O quarto set foi o reflexo de todo o jogo, um time sem muito esforço, mas que mesmo assim chegou a abrir 24×21 e acabou levando a virada depois de um “golpe de vista” que deu moral para a equipe do Uniamérica buscar o set e fechar em 27×25. Fazendo 3×1 no jogo.

Apesar da derrota, a equipe do Purity/Cesumar ficou com 36 pontos, na 13ª posição, uma posição acima da zona de rebaixamento, e a equipe de Foz mesmo com a vitória ficou na última posição com 34 pontos.

Apesar da desastrosa despedida, o saldo deste ano na Superliga foi positivo, afinal foram 8 vitórias e muitos jogos bons contra equipes maiores. Vale lembrar também que as duas derrotas pra Foz valeram a classificação para a segunda fase, já que o time chegaria a 38 pontos e teria um saldo de set melhor que do Universo/Uptime, equipe que ficou na 8ª posição.

Fica a sensação de dever cumprido, mas a despedida deixou uma má impressão de um time que foi aguerrido durante toda a competição mas que não teve uma despedida digna dos jogos que realizou durante a Superliga.

por Zuba Ortiz

Cimed 3×0 Purity/Cesumar

Jogando no ginásio do Capoeirão em Florianópolis, o time do Cimed venceu o Purity/Cesumar por 3 sets a zero em pouco mais de 1 hora e 40 de jogo. Com o resultado o time de Santa Catarina definirá na última rodada num jogo contra o Tigre/Unisul/Joinville a vaga para a final do 4º torneio da Superliga. Para o time de Maringá ficou a sensação de dever cumprido já que a expectativa era a de não ser rebaixado.

No 1º set, a equipe da casa não tomou conhecimento da equipe visitante e fechou o set em 25×17 em menos de meia hora de jogo.

Já no 2º set, o jogo foi mais equilibrado, mas mais uma vez a equipe catarinense levou a melhor e venceu por 26×24 em 40 minutos de jogo.

O terceiro set também foi equilibrado, mas o time da casa sempre esteve a frente e não deixou a equipe do Purity/Cesumar esboçar qualquer reação, fechando o set em 25×22 e o jogo em 3 sets a zero.

Apesar da derrota, os destaques da equipe maringaense foram Thiagão com 11 pontos, Fernando e Gui com 6 pontos cada um.

Na última rodada a equipe maringaense enfrenta o já rebaixado time de Foz do Iguaçu, no clássico estadual. Já o Cimed enfrenta o Tigre/Unisul por uma vaga na final do 4º torneio.

por Zuba Ortiz

Purity/Cesumar 2×3 Ulbra/Suzano

Um jogo emocionante, esse é o termo que melhor define o jogo deste sábado entre o Purity/Cesumar e Ulbra/Suzano.

O time maringaense, que contou com o apoio de mais de 1800 pessoas que lotaram o ginásio Chico Netto.

O 1º set foi bastante disputado, mas mais uma vez, o time do Purity/Cesumar demorou pra se encontrar no jogo, e conseguiu a reação mais pro final do set, mas não foi o suficiente para conseguir superar o time gaúcho que fechou o jogo em 27×25 em 35 minutos de jogo.

No 2º set, o time se encontrou em quadra e esteve o tempo todo a frente do time da Ulbra, e no final abriu 5 pontos de vantagem que foram mantidos até o final do set. 25×20 para o Purity/Cesumar em 30 minutos de jogo.

O 3º set foi disputado ponto a ponto, com destaque para as atuações de Thiagão e Fernando que fizeram a diferença e fecharam o 3º para o time do Purity/Cesumar por 25×23 em 35 minutos de jogo.

O 4º set teve um início arrasador do time da casa, mas depois o time vacilou em alguns detalhes e acabou tomando a virada já na parte final do jogo, fazendo o time gaúcho empatar o jogo em 2×2, e mais uma vez levando a partida pro tié-break, o placar do 4º set foi 25×22 para a Ulbra/Suzano.

No 5º set, as duas equipes estavam disputando ponto a ponto, até uma seqüência de erros da equipe maringaense, que custaram a vitória, no final os erros fizeram a diferença para a equipe gaúcha que fechou o jogo em 3 sets a 2 com 15×12 no tié-break.

Os destaques da partida novamente foram André e Thiagão. O maior pontuador da equipe de Maringá foi Thiagão com 24 pontos.

Na próxima rodada, o time do Purity/Cesumar vai até Florianópolis enfrentar o time do Cimed que é líder da competição, em mais um jogo que promete fortes emoções para a torcida maringaense.

A última rodada dessa 1ª fase será no dia 25/03 contra a equipe de Foz do Iguaçu que folgou nesta rodada.
Com a derrota, o Purity/Cesumar mais uma vez caiu e agora está na 12ª posição empatado com 33 pontos, 1 a menos que o 8º colocado que é a equipe FÁTIMA/UCS/MULTISUL.

Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano  Purity/Cesumar X Ulbra/Suzano

por Zuba Ortiz