Depois de estrear com derrota, Penapolense visita o Red Bull Brasil em busca da primeira vitória

Apesar do Tenentão lotado, o Penapolense foi derrotado pelo São Paulo por 3 a 1 na estreia do Paulistão. Já o Red Bull encontrou o Capivariano e venceu por 1 a 0.

Na segunda rodada, os dois times se enfrentam nesta quarta-feira, às 19h30, no Moisés Lucarelli, em Campinas. É o primeiro confronto entre as equipes na elite estadual, mas os times já se encontraram na Série A2, inclusive, no jogo que garantiu o acesso à elite paulista do Penapolense em 2012, em Campinas.

O Red Bull busca repetir o sucesso do Penapolense em 2013 e 2014, quando chegou na segunda fase e nas semifinais, respectivamente. Já o CAP busca manter as boas campanhas e mais uma vez, alcançar uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro.

Para o técnico do Red Bull, Mauricio Barbieri, que mexeu pouco no time que enfrentou o Capivariano, o primeiro jogo em casa deve ser mais tranquilo que a estreia. “Era estreia, fora de casa e contra um adversário duro. Agora, tudo deve acontecer de forma mais natural”.

Pelos lados do Penapolense, o técnico Narciso se mostrou satisfeito com o time apesar da derrota na estreia diante do São Paulo. “O time foi competitivo, encarou o São Paulo e até criou boas chances de marcar. O resultado poderia ser melhor. Faltou ser mais eficiente nas conclusões. Agora, temos que tentar corrigir este ponto para deixar tudo acertado para o próximo jogo”.

O Red Bull Brasil deve ter algumas mudanças do time que estreou e deve ir a campo com: Juninho, Jonas, Anderson Marques, Fabiano Eller e Romário (Everton Silva); Andrade, Jocinei, Marcelo e Gustavo Scarpa; Raul (Lulinha) e Isac.

Já o Penapolense deve ser o mesmo time da estreia e o técnico Narciso deve mandar a campo: Leandro Santos, Arnaldo, Jaílton, Gualberto e João Lucas; Gilmak, Washington, Rafael Costa e Wellington Bruno; Crislan e Diego Rosa.

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Penapolense encerra série de amistosos diante do Maringá

O Penapolense enfrenta o Maringá em casa, no próximo sábado, às 17h00, no Estádio Tenente Carriço, no último amistoso antes da estreia no Paulistão 2015 no dia 1º de fevereiro diante do São Paulo.

O time de Penápolis já realizou cinco amistosos de preparação e teve apenas uma vitória, diante do Mirassol, por 1 a 0.

Foram dois empates – 1 a 1 com o Mirassol e 2 a 2 com o Tupã – e duas derrotas por 2 a 1, contra o Maringá e Ferroviária de Araraquara.

O técnico Narciso ainda não definiu os 28 jogadores que serão inscritos e tem usado os amistosos para resolver suas últimas dúvidas.

Na estreia, o time deve ser formado por: Leandro Santos, Arnaldo, Gualberto, Jailton e João Lukas; Gilmak, Washington, Rafael Costa, Wellington Bruno; Dimba (Crislan) e Diego Rosa.

Com o elenco praticamente fechado, o Penapolense ainda deve recebe alguns reforços antes do dia 1º de fevereiro.

Confira os jogadores confirmados até agora:

Goleiros: Samuel Pires, Leandro Santos, Cleyton;

Laterais: Denner, João Lukas, Arnaldo;

Zagueiros: Gualberto, Jaílton, Luiz Gustavo, Malcom, Luiz Gustavo Domingues;

Volantes: Gilmak, Fernando, Washington, Bruno Smith;

Meias: Rafael Costa, W. Bruno, Sérgio Mota, Roni, Somália, Ronaldo Mendes;

Atacantes: Dimba, Diego Rosa, Rafael Ratão, Crislan, Arthur e Léo.

Sudeste continua na liderança em número de clubes na Série A e B; Nordeste e Sul empatam em segundo lugar com 10 clubes cada

Não é novidade que o futebol do Sudeste é o maior vencedor de competições nacionais e, graça a isso, ficou conhecido como o “eixo Rio-São Paulo” – esquecendo inclusive o futebol mineiro, que teve bastante participação nas conquistas da região.

O fato é que São Paulo esteve com vários clubes em destaque, não somente os quatro grandes da capital, mas também bons times vindos do interior. Bom exemplo disso são clubes como: a Ponte Preta, Guarani, São Caetano e Portuguesa, que nunca foram considerados grandes, mas possuem representatividade no futebol brasileiro.

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*Estimativas de 2015 com base na classificação da Série A e B no dia 30 de outubro de 2014

Mas o cenário para os clubes de São Paulo e da região Sudeste de uma maneira geral, gera desconfiança. E o exemplo dessa queda do futebol paulista e da região é visível pelos números principalmente na Série B, competição onde metade – 10 clubes – já foram de Rio/São Paulo/Minas, mas atualmente o número caiu para 7, igual ao Nordeste.

Essa queda fica evidente quando pegamos como exemplo clubes como São Caetano, Guarani e Portuguesa, que já foram finalistas do Campeonato Brasileiro, e no caso do Bugre, até campeão nacional. Hoje amargam o gosto da Série C ou Série D do Brasileirão, sem grandes perspectivas de voltarem a ser destaques no cenário nacional. Essa queda do futebol paulista influencia muito os números do Sudeste, já que a maior parcela dos clubes da região, sempre foi do estado de São Paulo.

No caminho inverso, vem a região Nordeste, que, apesar de ter apenas 3 clubes na Série A, possui 7 clubes na Série B, mostrando que o futebol nordestino está voltando a crescer, depois de um tempo estagnado e quase chegando ao “fundo do poço”.

Essa volta por cima do futebol na região nordeste é mais clara quando pegamos clubes para exemplificar, nesse caso, o Sampaio Côrrea-MA e o Santa Cruz-PE. A média de público dessa região sempre foi um caso a parte, já que mesmo nas divisões menores (Série C e Série D), o número de torcedores era muito maior que de vários clubes da Série A, por exemplo. No entanto, mais do que torcedores apaixonados, os clubes nordestinos começaram a se estruturar para que, a médio prazo, pudessem fazer frente a clubes do Sul e Sudeste.

O resultado já está aparecendo. Na Série B, Sampaio e Santa Cruz fazem boas campanhas e brigam pelo acesso à Série A, isso poucos anos depois de estarem na Série D do Brasileiro – o Sampaio Côrrea-MA subiu da Série D para a Série C em 2012, e da Série C para a Série B em 2013 e pode subir para a Série A em 2014. Já o Santa Cruz-PE subiu para a Série C em 2011, e para a Série B em 2013, vencendo o próprio Sampaio Côrrea na final.

Esse crescimento na região NE também pode ser explicado pela volta da Copa do Nordeste, competição que era tradicional e acabou esquecida por algum tempo. Com a volta da competição, os times se preparam mais que nos campeonatos estaduais, que são considerados por muitos especialistas apenas como uma forma de preencher o calendário dos clubes, principalmente os pequenos, que não possuem vaga em nenhuma divisão do Campeonato Brasileiro.

A Copa do Nordeste consegue fazer que times “menores” consigam disputar partidas contra adversários da mesma região, mas de outros estados, aumentando a competitividade dessas equipes, principalmente em campeonatos menores – como Série B, Série C e Série D.

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*Estimativas de 2015 com base na classificação da Série A e B no dia 30 de outubro de 2014

Outra região que tem chamado atenção, principalmente na Série A, é o Sul. Marcado principalmente pelos clubes do Rio Grande do Sul e Paraná, a região tem agora um número grande de clubes de Santa Catarina na Série A – são 3 clubes catarinenses, contra 2 gaúchos e 2 paranaenses.

E na Série B, a situação não é diferente. No G4, dois times –Joinville e Avaí – são de Santa Catarina e podem aumentar ainda mais a presença do estado catarinense na elite do futebol nacional. Se no começo dos anos 90 e 2000, o Rio Grande do Sul despontava como o “carro chefe” da região, com equipes como Juventude, Caxias, Brasil de Pelotas, a realidade hoje é outra, e Santa Catarina, apesar da pouca relevância nacional, toma a frente na região Sul e é o clube com maior presença nas duas principais divisões nacionais.

Esse cenário é possível graça ao investimento em infraestrutura que os clubes catarinenses fizeram, e o projeto a médio prazo, com clubes subindo como Joinville e Chapecoense – que foi a grande surpresa da Série B em 2014.

Outro fato que contribui para esse crescimento de Santa Catarina é a disputa do Campeonato Catarinense, mais enxuto que os estaduais de Rio e São Paulo, por exemplo, e com mais atenção aos clubes “menores”, com menos privilégios aos “grandes”, diferente de Rio e São Paulo, que privilegiam os clubes grandes até mesmo no campeonato estadual.

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Apesar do grande domínio do futebol do Sudeste nas duas principais divisões do futebol nacional, Sul e Nordeste já começam a mostrar força e tentam diminuir essa diferença. Enquanto os clubes nordestinos apostam em projetos para reerguer o futebol de clubes tradicionais, os clubes do Sul apostam em projetos de times menores, com possibilidade de crescimento e fortalecimento no cenário nacional. Essas propostas vão na contramão do futebol do sudeste, que continua apostando apenas nos clubes considerados grandes e esquecendo dos clubes do interior – que já foram destaques e ajudaram a consolidar a força do sudeste no futebol brasileiro.

[Crônica] Um Paulistão e um Penapolense

Depois de um 2013 que ficou para a história de todo torcedor Penapolense, o 2014 começou pouco animador. Primeiro, os reforços não eram os esperados e o treinador não era unanimidade. Pelo contrário, já tinha feito uma campanha fraca na Série D em 2013 e não conseguia fazer o time jogar em 2014. Graças à pressão da torcida e ao futebol apresentado na pré-temporada, o antigo treinador deu lugar a Narciso, que, sem dirigir nenhuma equipe principal em São Paulo, acabou aceitando a oportunidade de tentar fazer história com a equipe de Penápolis.

O começo do Paulistão estava longe de empolgar. No domingo da estreia, o plano era almoçar na Vila Madalena com o Campos e ir para casa acompanhar o jogo. No fim das contas, o plano mudou: ficamos no Quitandinha aporrinhando o garçom para ele colocar no jogo e, quando ele resolveu colocar, já estava 1 a 0 para o Oeste. O placar se manteve o mesmo até o apito final. Mas a parte mais engraçada do domingo foi o CAP cruzando as barreiras do Brasil; acabei fazendo com que dois portugueses e um russo torcessem pelo time de Penápolis. Todos bêbados, diga-se de passagem.

Depois da derrota na estreia, o time tinha a primeira partida em casa diante do Bragantino; no mesmo dia também tinha outra decisão: era dia de banca de TCC da pós. Diferente do resultado da banca e da aprovação, o Penapolense novamente foi mal e acabou perdendo por 2 a 0. Entre uma apresentação e outra, uma nota e outra, sempre uma olhada no celular para conferir o tempo e o placar. E os dois saíram no final do jogo, aumentando a raiva e misturando os sentimentos.

Pela terceira rodada, o time foi até Rio Claro enfrentar o time da casa. Antes da partida, foi hora de ir até Guarulhos levar o Campos para a tão sonhada viagem dele pra Europa e na volta a preocupação era uma só: “será que chego antes do jogo começar?”, “o GPS diz que chego até as 16h00”. E como sempre, cheguei em cima da hora; só tive tempo suficiente para entrar no elevador, chegar em casa e ligar a TV. Nessa hora, Liel fazia o primeiro gol do CAP no Paulistão. Talvez o pé frio daquele Boteco 122 fosse o Campos. Pensei exatamente isso enquanto mandava whatsapp informando o placar final da partida quando ele já estava embarcando.

Um tempo depois foi o dia de ver meus dois times (Penapolense e Palmeiras) se enfrentando novamente. Dessa vez, não era o Campos que estava no Pacaembu comigo (ele foi na vitória do CAP por 3 a 2). Carina e Malu me fizeram companhia desta vez e viram o time ser derrotado por 1 a 0, com 10 jogadores durante boa parte do jogo. Confesso que esperava um pouco mais, acho que pela última partida entre os dois. O jogo também teve um sabor especial, eu sabia que era minha despedida do Penapolense “in loco” no ano e também dos jogos no Pacaembu por algum tempo. Era um até logo com cara de adeus.

Antes da mudança para Salvador, com o apartamento já vazio, sem geladeira, televisão ou qualquer outra coisa além de um notebook e dois colchões, acompanhei a vitória diante do Mogi Mirim no meu último dia oficial em São Paulo, com direito à minha mãe comemorando os gols e o final do jogo visto no Veloso pelo celular.

Já de casa nova e me adaptando ao estilo soteropolitano, foi a vez de torcer para que a NET instalasse a TV a cabo a tempo para acompanhar o jogo contra o São Bernardo. Inauguração do apê novo! E Eric, mostrando que não é vascaíno por acaso, mostrou todo seu pé frio e quando estava na porta, indo embora, viu Douglas Tanque fazer o gol da vitória; deu pra perceber que os ares baianos dariam sorte ao meu CAP.

Na partida contra o Santos, não esperava muita coisa: o time tinha altos e baixos e não empolgava. Com Manu e Gi em casa, vi o CAP fazer 2 a 1 e, com o coração na boca, fui para o ensaio da Timbalada. Me restou apenas acompanhar o resto do jogo pelo celular. A cada gol, uma comemoração no meio do show. As pessoas que estavam perto provavelmente não entenderam nada, mas o fato é que o time estava embalando e provavelmente pegaria de novo o São Paulo nas quartas de final do Paulistão.

No confronto contra o Corinthians, na penúltima rodada, foi a vez de sacanear Cris e Edimário e tirar onda com os torcedores do Timão, que acabou fora do Paulistão em pleno Tenentão com direito a gritos de “eliminado” no final do jogo. Algo surreal de se imaginar até pouco tempo atrás, mas que aumentou consideravelmente a vontade de pegar um avião direto para o estádio.

Depois da derrota injusta em 2013, novamente Penapolense e São Paulo se enfrentaram nas quartas-de-final. Dessa vez, a decisão foi nos pênaltis e brilhou a estrela do goleiro Samuel – que de 3° goleiro no começo da temporada, passou a titular absoluto. Nesse jogo, um filme passou pela minha cabeça: lembrei dos avós que perdi ano passado e que eram torcedores doentes do CAP, mas que tinham um carinho grande pelo São Paulo. Nas disputas dos pênaltis, apelei para escapulário e fitinha do Senhor do Bonfim. E deu resultado: Penapolense classificado pela primeira vez para a semifinal do Paulistão; talvez o meu momento mais feliz, futebolisticamente falando. Como disse Eric: foi o dia do “carnaval de um homem só em Salvador.”

E como sonhar nunca custou nada, a semifinal diante do Santos era histórica por si só, mas ganhou contornos mais surreais depois do apito do intervalo. Primeiro o gol de Cicero no chute que desviou e acabou matando o goleiro Samuel. Depois, a virada do CAP: primeiro com Guaru de pênalti e depois com Douglas Tanque, deixando 60 mil pessoas de uma cidade “escondida” felizes por pelo menos 45 minutos. A virada do Santos acabou acontecendo e o sonho de disputar uma final do Paulistão foi adiado, não sei por quanto tempo, mas a cada partida, o amor pelo clube aumenta e a vontade de ver a cidade cada vez mais orgulhosa pelo seu time também.

E, para coroar o primeiro semestre, com a vitória do Ituano, o título de Campeão do Interior foi mais do que merecido; não pelos altos e baixos da primeira fase, mas pela superação e futebol apresentados no mata-mata.

Valeu CAP, que venha a Série D!

Penapolense não sai do 0 a 0 com a Ponte Preta no Tenentão

Mesmo apresentando um melhor futebol, o Penapolense não conseguiu vencer a primeira partida da final do Torneio do Interior, diante da Ponte Preta. A partida terminou com um 0 a 0 no placar.

Atuando em casa, o Penapolense tomou a iniciativa do jogo, no primeiro tempo, o time foi para cima em busca do gol, deixando a Ponte recuada no seu campo de defesa. Porém as chances só apareciam nas bola paradas.  Uendel salvou uma chance em cima da linha, pouco depois foi a vez da Ponte assustar com Ramírez que bateu por cima do gol de Marcelo. A última chance do 1º tempo foi do Penapolense com Guaru cobrando falta.

No segundo tempo, o Penapolense continuou pressionando e dessa vez, o time criou várias chances de abrir o placar. A primeira logo aos 3 minutos, depois de cruzamento de Alessandro. Depois foi a vez de Fio cruzar e Geuvânio, embaixo da trave, mandar a bola por cima do gol.

Depois do gol perdido, Geuvânio tentou corrigir e bateu bem em outra chance, mas a bola não entrou. A Ponte continuava assistindo o Penapolense jogar e não esboçava nenhuma reação. Em outra boa chance do time da casa, Magrão cabeceou a queima-roupa e Edson Bastos mais uma vez salvou o time campineiro.

Nos minutos finais, o Penapolense buscava o gol nas jogadas aéreas com Magrão, que acertou o travessão de Edson Bastos antes do apito final.

Com o resultado, um empate em Campinas no próximo sábado leva a decisão para os pênaltis, e quem vencer será o campeão do Interior.

A partida será no próximo sábado, às 18h30, no estádio Moisés Lucarelli, com a promoção de ingresso a 5 reais.

Na estreia de Pintado, Penapolense é derrotado pelo São Paulo

Neste domingo, o Penapolense acabou derrotado pelo São Paulo por 2 a 0, com gols de Rhodolfo e Ademilson, pela 10ª rodada do Paulistão, chegando ao 4º jogo sem vencer.

O jogo foi o primeiro de um dos “quatro grandes de São Paulo” na cidade de Penápolis. Foram mais de 10 mil pessoas dentro do “Tenentão” apoiando a equipe da cidade.

O jogo começou com o São Paulo com maior domínio da bola, e o resultado foi um gol “achado” logo aos 3 minutos de jogo, depois de cobrança de falta, a bola sobrou dentro da pequena área para o zagueiro Rhodolfo, que só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Depois do gol, o Penapolense saiu para o ataque e pressionou o São Paulo, criando diversas chances de gol, porém, quando conseguia concluir para na boa atuação do goleiro Dênis.

No segundo tempo, o CAP continuou a pressionar e o São Paulo buscava o contra-ataque. E em um desses contra-ataques, Ademilson chutou de longe e contou com a ajuda do goleiro Roni para fazer 2 a 0 para o time da capital. Depois de sofrer o gol, o Penapolense ainda tentou diminuir a vantagem, mas não conseguia concluir a gol.

Mesmo com a derrota, o time se mantém na 9ª colocação, 2 pontos atrás do Corinthians, que é o 8º colocado. O próximo jogo será sábado, às 18h30, no Tenentão, contra o Paulista – que é o 10º colocado.

Penapolense vence o XV de Piracicaba por 2 a 0 e conquista a 3ª vitória no Paulistão

O Penapolense surpreendeu mais uma vez e chego a 3ª vitória no Paulistão, o time venceu o XV de Piracicaba por 2 a 0 e se garantiu no G8 por mais uma rodada. Com o resultado, o time de Penápolis chega aos nove pontos, enquanto isso, o XV fica com quatro pontos.

O primeiro tempo começou com a “correria” típica do time da casa, que jogando com o apoio da torcida queria abrir o placar logo no começo do jogo, e a pressão inicial deu resultado, aos 8 minutos, depois de cruzamento de Rodrigo Biro, Cesinha tentou cortar e acabou colocando para dentro do gol, fazendo 1 a 0 para o Penapolense. Os dois times continuaram perdendo boas chances, até que aos 39 minutos, Rodrigo Biro tomou o 2º cartão amarelo por simulação e foi expulso. Com a mais, o XV tentou empatar ainda no final do primeiro tempo, mas esbarrou em uma atuação segura dos zagueiros do Penapolense e do goleiro Marcelo.

No segundo tempo, o XV aproveitou a vantagem numérica e foi para cima, e por pouco não empatou, primeiro com Diego Silva e depois com Paulinho. Depois de fazer algumas substituições, e tirar Fio e colocar o atacante Silvinho, o técnico Edison Só viu o estreante receber belo passe e cruzar na cabeça de Guaru, que sozinho, fez 2 a 0 para o Penapolense e chegou aos mesmos quatro gols de Neymar, na artilharia do Paulistão.

Logo depois de sofrer o gol, o XV ainda teve o volante Adilson Goiano expulso depois de tomar o segundo cartão amarelo. Com 10 para cada lado o jogo ficou mais equilibrado e com mais chances de gols, apesar de criar boas chances, o placar permaneceu o mesmo até o apito final.

Depois do apito final, uma confusão entre o lateral Luis Felipe (Penapolense) e o atacante Léo Mineiro (XV de Piracicaba) acabou resultado na expulsão do jogador do time de Penápolis.

O Penapolense volta a campo no próximo sábado, diante da Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, às 19h30.