Time maringaense de hóquei volta à ativa

Maringá possui alguns times poucos conhecidos do grande público. Alguns esportes normalmente não são destaque, pois são desconhecidos. Um desses times é o time do Maringá Vipers Hockey, que é uma equipe de Hóquei Inline (sobre patins). Que inclusive já disputou alguns torneios nacionais.

Hóquei é um esporte em que duas equipas competem por um disco que deve ser empurrado para dentro do gol da equipe adversária utilizando o taco.

O Hóquei Inline é uma variação do hóquei sobre o gelo, ele é disputado utilizando as mesmas regras do hóquei sobre o gelo. A diferença fica por conta dos patins utilizados(patins inline e patins para o gelo) e do local de prática do esporte (quadra esportiva e quadra de gelo).  O Hóquei inline é disputado por duas equipes formadas por quatro jogadores de linha e um goleiro, o jogo é disputado em três tempos de 15 minutos.

A equipe maringaense começou suas atividades em 1996, mas ainda como uma brincadeira. A brincadeira se tornou mais séria a partir de 1998, quando o time começou a ganhar projeção no território nacional.

Quando começou em 1996, o time não podia escolher muito os atletas que apareciam no treinamento. “Isso foi mais por aceitação mesmo, de quem gostava de patinar. Nós fomos aceitando até pessoas que não sabiam patinar direito e que acabaram aprendendo a patinar junto com a gente”, declarou Edgar Montelares, um dos jogadores da equipe maringaense.

“Atingimos o 3º lugar na Taça Brasil de Hóquei, já fomos 3º lugar no Campeonato Brasileiro. Então a gente tem uma bagagem legal, se não fosse esse tempo parado a gente poderia ter atingindo mais coisas, mas não gosto nem de pensar”, contou Douglas do Amaral, capitão e fundador do time maringaense.

A influência para a criação da equipe foi um filme. “O time surgiu graças a um filme do Walt Disney, que se chamava Super Patos”, declarou Douglas. Para quem não conhece o filme “Super Patos” conta a história de garotos que montaram uma equipe de hóquei.

Maringá ainda é uma cidade provinciana em relação a alguns esportes, e um desses é o hóquei. “Muitas pessoas desconhecem a existência da equipe e até mesmo o que é o esporte. Quando a gente treina, às vezes muitos curiosos param para ficar observando. Mas o hóquei ainda tem muito que crescer aqui em Maringá”, declarou o capitão da equipe.

O time ficou parado por quase dois anos e retornou aos treinos recentemente, estando hoje com mais ou menos 15 atletas. Mais de uma década depois de sua criação, a equipe “coleciona” em seu currículo três convocações para a seleção brasileira e dois atletas que já jogaram fora do país, nos EUA e no Canadá. Além de o time ter sido considerado o melhor time do sul do país. “E com esses dois anos parados a gente voltou um pouquinho atrás, mas creio eu que com muito treino e determinação a gente pode voltar ao topo”, afirmou Amaral.

PARTICIPAÇÃO FEMININA

No hóquei não existe diferença de sexo, homens e mulheres disputam as partidas todos juntos. Em Maringá, também existe uma garota que treina. Carol Picolli, que já disputou campeonatos com homens. Segundo o capitão da equipe ela nunca deixou a desejar por ser do sexo feminino.

COMEÇANDO NO HÓQUEI

Para começar no esporte o material necessário é um par de patins, cotoveleira, joelheira, um capacete e luvas. E outra coisa necessária é saber patinar, sem o domínio dos patins ninguém vai conseguir praticar o hóquei.
“As pessoas acham que não sabem nem patinar, imagine controlar um disco. Com dois meses de treino é possível patinar perfeitamente. Só tem que gostar. Não adianta vir amarrado pelo pai ou pela mãe que não se vai a lugar nenhum. Aqui a gente treina porque ama o hóquei. Então se você ama, você faz. Não tem segredo é treino e dedicação”, declarou Amaral.

O time maringaense não pensa em torneios para esse ano, até porque o fim do ano está próximo. Para 2009 a expectativa com os campeonatos é grande. “Previsão de campeonato mesmo só em 2009. Em fevereiro do ano que vem começa o calendário. E até fevereiro tem tempo para se treinar bem”, declarou Amaral.

SELEÇÃO BRASILEIRA

Pouca gente sabe, mas hoje em dia o hóquei já é uma realidade no país, em Maringá e no Paraná as coisas estão um pouco atrasadas, mas no Brasil, a Seleção Brasileira foi Campeã Mundial na Transilvânia, “batendo” seleções como Canadá e EUA. Antigamente os próprios atletas se bancavam nas viagens internacionais quando eram convocados para a seleção. “Antes você tinha que se bancar quando era convocado, mas hoje não, hoje você recebe (para defender a seleção brasileira). E isso acaba animando ainda mais os atletas para a prática do esporte”, confessa Douglas.

TREINOS
Os treinos acontecem na quadra da Unifamma, todo sábado, às 14 horas e toda quinta feira, às 19h30.

por Zuba Ortiz

Rúgbi: um futebol diferente

O rúgbi é um esporte muito conhecido em todo o mundo. Possui praticantes em todas as partes do planeta, mas no Brasil, especificamente em Maringá, ele é um esporte pouco conhecido, embora já venha ganhando certo público com a criação da equipe maringaense de rúgbi, os Hawks.

Trata-se do segundo maior esporte coletivo do mundo atrás apenas do futebol. A Copa do Mundo de Rúgbi é o terceiro evento esportivo com maior audiência, perdendo apenas da Copa do Mundo de Futebol e Jogos Olímpicos.

O rúgbi chegou ao Brasil junto com o futebol de campo, trazido pelo inglês Charles Miller. Na América do Sul, a seleção com mais tradição no esporte é a dos nossos “hermanos” argentinos.

“A principal diferença entre o futebol americano e o rúgbi é justamente a utilização ou não dos materiais de proteção. Além disso, no futebol americano existem apenas ‘duas linhas’: uma linha de ataque e outra de defesa, e no rúgbi isso não existe, todo mundo ataca e defende. O passe do futebol americano pode ser feito para a frente da linha da bola e do rúgbi não, só é possível o passe pra trás”, explica Guilherme Martins Fernandes, um dos jogador da equipe maringaense.

A idéia do time de rúgbi em Maringá surgiu no início de 2007, com o professor Anselmo Mendes, através de um site de relacionamento, mas acabou não dando certo pois as pessoas que começaram com o time e acabaram desistindo. Em novembro de 2007, o time conseguiu reunir cerca de seis pessoas e depois com os convites feito pelos praticantes o time foi crescendo, primeiro no próprio círculo de amizade. agora, o time já conta com 40 pessoas.

Essa aceitação tem surpreendido praticantes de Cascavel e Presidente Prudente, que treinam com a equipe quando estão em Maringá .

Uma das dificuldades de conseguir mais praticantes é a falsa idéia de que o esporte é violento. “Ele é um esporte de contato físico como outro qualquer”, explica Guilherme Fernandes.

Alguns atletas da equipe conseguiram montar um estatuto do time, para transformá-lo em uma associação, o objetivo com essa associação é agregar ao esporte maringaense.

“A idéia sempre foi de fazer uma coisa séria, nunca passou pela nossa cabeça apenas juntar um pessoal para jogar rúgbi no final de semana. Desde o começo a idéia era ter uma equipe, que participasse de campeonatos, e que tivesse participasse da Associação Brasileira de Rúgbi. Agora com esse número de praticantes, vai ser possível colocar essa idéia em prática”, explicou Guilherme Fernandes.

O maior desejo dos praticantes depois de montar a associação, é que o esporte comece a ser mais conhecido em Maringá e que a população o conheça realmente, para desmistificar a idéia de que rúgbi é violento. No estado do Paraná existem equipes em Ponta Grossa, Londrina, Cascavel, Guarapuava e Curitiba, além da equipe maringaense. Mas o esporte não é tão difundido como no estado de São Paulo, pioneiro nessa modalidade.

Outro ponto destacado pela equipe é falta de locais para treinamento. Em Maringá, não existe nenhum local adequado para a prática do rúgbi, mas isso não é “privilégio” da cidade. No Brasil, existem poucas cidades que possuem campos oficiais de rúgbi. Para os praticantes o sonho é fazer uma partida de exibição contra alguma equipe no estádio Willie Davids.

TERCEIRO TEMPO

Uma das diferenças que mais chamou atenção e que foi lembrada por todos os praticantes do rúgbi é o chamado “Terceiro Tempo”. Esse termo é usado para “nomear” a confraternização feita entre as equipes depois dos jogos e campeonatos, onde eles cantam, fazem comentários e acabam conhecendo mais as outras equipes. Isso gera vínculos de amizade entre as equipes que são “rivais” dentro do campo.

Para Guilherme Fernandes, uma frase que marca e caracteriza bem o esporte é: “rúgbi se joga com o coração”. Muitos praticantes do esporte usam essa frase para definir o rúgbi.

O time conta com jovens de 16 anos e até adultos com mais de 30 anos, mas a presença feminina ainda é pequena. “Sempre tem aquela coisa, se a minha amiga não for eu também não vou, então se alguma menina se interessar a gente está com um projeto de criar uma equipe feminina aqui em Maringá”, comentou Guilherme Fernandes.

O time que já disputou um campeonato estadual e teve uma participação “típica” de uma nova equipe. Em três etapas do estadual, o time não participou da 1ª realizada em Guarapuava, pois não possuía uma preparação para a disputa de um campeonato, devido ao pouco tempo de formação da equipe. Já na 2ª etapa, em Curitiba, o time foi de última hora e conseguiram a 7ª posição entre oito equipes participantes, depois de uma vitória sobre Ponta Grossa. Já na 3ª e última etapa, o time disputou contra seis equipes e perdeu todos os jogos, mas o desempenho foi considerado satisfatório pelos membros da equipe devido ao pouco tempo de atividade.

O time tem treinamentos semanalmente, na segunda-feira às 17 horas em frente do MUDI na UEM, na quarta-feira às 20 horas na quadra de areia da Vila Olímpica e no sábado às 14 horas, em frente ao Museu Interdisciplinar da UEM, no gramado da UEM. Os treinamentos são técnicos, táticos e físicos, o responsável pelos treinamentos é o professor Anselmo Mendes na parte física e Guilherme Martins na parte técnica e tática.

por Zuba Ortiz

Le Parkour: muito além de pular e correr

Pular, correr, ultrapassar obstáculos, tudo isso faz parte do dia-a-dia dos praticantes do Le Parkour, uma prática que vem crescendo a cada dia. Em Maringá, existe uma equipe de praticantes dessa arte urbana.

Muitas pessoas acham que eles não passam de “loucos” que pulam e arriscam a vida, mas o Parkour vai muito além de pulos e corridas, e manobras consideradas perigosas.

O jovem Marcello Biazin, explicou ainda que o parkour é uma arte que surgiu com David Belle, baseado nos princípios da educação física e nos treinamentos do corpo de bombeiro. Belle criou o Parkour que é basicamente a arte de superar obstáculos que estão em seu caminho, como se tivesse fugindo de um ladrão ou mesmo perseguindo um ladrão, em uma situação de emergência. Existem inclusive  pessoas que utilizaram o parkour para salvar pessoas de incêndios, por exemplo.

Para o jovem Israel Araújo, que pratica o parkour a mais de um ano, a prática não serve apenas pra transpor obstáculos, mas também para ajudar no equilíbrio e na concentração dos praticantes.  Depois que começou a praticar o “esporte”, sua concentração na faculdade e seu relacionamento com seus familiares melhorou.

A equipe de parkour de Maringá é formada basicamente por garotos, mas entre eles há uma garota, Daniele Taniguthi. O grupo de meninas que pratica essa nova arte ainda é pequeno, seja pelo medo de se machucar, ou pelo preconceito que existe em torno da arte, já que muita gente acha que pessoas vão invadir casas ou locais privados utilizando dessa técnica. Outras garotas já treinaram, mas acabaram saindo por conta dos pais.

Segundo os praticantes, o Prefeito que visitou o treino e disse que tinha em vista a construção de uma praça para a prática do esporte no complexo da Vila Olímpica, que vem sendo finalizada ao lado do ginásio Chico Netto e do estádio Willie Davids.  Enquanto a praça não fica pronta, os praticantes continuam treinando nas praças públicas da cidade.

Apesar do preconceito, Marcello Biazin afirmou que o grupo está disposto a assinar um termo de compromisso se responsabilizando sobre qualquer dano causado nos locais enquanto eles tivessem treinando o parkour, justamente pra “desmistificar” a idéia de que os praticantes estão destruindo o patrimônio público.

Todos os praticantes foram unânimes a escolher o local “dos sonhos” para eles treinarem. O Cesumar foi eleito o “paraíso” para os praticantes, seja pelos corrimões que existem, seja pelo espaço que existe no campus. Eles que já treinaram na UEM, mas acabaram saindo por problemas enfrentados naquela universidade. Assim, o grupo continua seus treinamentos apenas nas praças da cidade e no estádio do Willie Davids.

Os praticantes disseram ainda que são contra o uso de joelheiras, luvas e acessórios desse tipo, pois esse tipo de acessório pode atrapalhar um movimento e que isso contraria o principio básico do parkour, que é utilizar apenas a roupa que você estaria usando no dia-a-dia, por isso o uso de acessórios não é muito bem visto.

Os treinos são de quarta-feira e domingo, na praça da Prefeitura, em caso de chuva, fica totalmente impossível de praticar o Parkour.

por Zuba Ortiz

Maringá é Tri-Campeã Estadual de Vôlei

Dois jogos contra Cascavel e duas vitórias, foi assim que a equipe maringaense de vôlei se sagrou Campeã Estadual de Vôlei em 2008.

Em um campeonato aonde o time de Maringá não soube o que é perder um jogo sequer a superioridade do atual tricampeão fez toda a diferença.

No 1º jogo da final, realizado na sexta-feira (29) à noite no colégio Regina Mundi. O time maringaense tomou algum sufoco no 2º e 3º set, mas conseguiu vencer por 3 sets a zero, com parciais de 25×16, 26×24 e 25×23. Dando a impressão que o título viria de maneira invicta para a cidade.

No 2º jogo, porém, as coisas mudaram, o time começou ligado e venceu o 1º set até com certa facilidade, 25×17. Já no segundo set, depois de ver um dos pilares, o meio de rede Fernando, que saiu de quadra chorando, devido a uma lesão.

O time acabou perdendo um pouco o foco, mas mesmo assim deu trabalho para a equipe de Cascavel, que só fechou o jogo em 28×26. O 3º set foi um pouco mais tranqüilo para a equipe de Maringá que conseguiu impor seu jogo e venceu por 25×20. O 4º set foi um passeio da equipe da casa, que não tomou conhecimento da equipe de Cascavel e atropelou o adversário com um 25×13. Mostrando que dentro do estado, a força de Maringá é muito grande, e confirmando o rótulo de “potência” estadual, levando o “caneco” pela 3ª vez consecutiva para Maringá.

O grupo de jogadores que estiveram presente nessa conquista: Roosewelt, Andre, Edson, Donavan, Leozão, Everton, Tarcisio, Fernando, Rangel, Leandro, Daniel e Edilson e o técnico foi o Professor Valdemar Silva (Dema)

Para Donavan um dos últimos a chegar ao time, e que em 15 dias com já conquistou seu primeiro título estadual por Maringá, o grupo é legal, e que apesar de pouco tempo o grupo o acolheu muito bem.

“O 2º set a gente deixou de vibrar um pouco, foi o que o Dema falou, vibração a gente teve no 1º set, deixamos cair no 2º e veio uma seqüência grande de erros, e isso atrapalhou um pouco, mas depois a gente entrou no jogo novamente e demos a volta por cima” explicou Donavan.

Outro jogador, Tarcisio, que fez aniversário dia 29, dia do 1º jogo da grande final. “Esse título foi o melhor presente que eu já tive” afirmou o jogador.

Para o técnico Dema, a conquista tem um sabor especial, “Espero que com essa conquista, isso possa mexer com a cabeça de algumas pessoas e que essas pessoas possam estar nos ajudando em termos de Superliga” desabafou o técnico.

“Eu particularmente to apelando pra todo mundo aí, políticos, empresários, pras autoridades, por que só a gente sabe como é difícil conquistar novamente essa vaga, então do nada você perder essa vaga e passar de mão beijada pra outra equipe, isso é complicado” revelou o técnico Dema.

Para você que não pode ir ao jogo no sábado, tive o trabalho de filmar alguns lances do jogo para colocar aqui, vou colocar o link, vale a pena conferir a festa dos campeões e os lances do jogo também.

http://www.youtube.com/watch?v=q4JoQwnI0eo

por Zuba Ortiz

Em Busca de mais um Título Estadual

Em busca de mais um título estadual, é assim que o time de vôlei de Maringá entra em quadra na sexta e no sábado para enfrentar a equipe de Cascavel. O time que venceu os 12 jogos que realizou até agora, chega como forte candidato ao título estadual, título esse que pode ter um gostinho especial, já que pode ser um título invicto.

O time maringaense entra em quadra sexta-feira às 19h30min no ginásio do colégio Regina Mundi para enfrentar a equipe de Cascavel. Que foi derrotada nos quatro jogos que realizou no campeonato contra a equipe maringaense.

No sábado, dia da grande final, o jogo será às 15h00min também no colégio Regina Mundi, os jogos que seriam no fim de semana do feriado de 7 de setembro foram antecipados graças aos Jogos da Juventude.

Vale a pena conferir e apoiar o time maringaense em busca de mais um título estadual.
Lembrando também que a entrada é franca.

por Zuba Ortiz

Fim de Semana Esportivo em Maringá – Vôlei e Futsal

Maringá mais uma vez venceu os dois jogos que disputou no final de semana, nos jogos de sexta e sábado, o time maringaense venceu os dois jogos contra o Círculo Militar/ Dom Bosco, de Ponta Grossa, jogando no colégio Regina Mundi.

Na sexta feira, o jogo foi mais equilibrado, e o time de Maringá só conseguiu a vitória no 5º set. No jogo de sexta, o time perdeu o 1º set, venceu o 2º, perdeu o 3º, venceu o 4º e o 5º set.

No sábado, o jogo foi mais tranqüilo para o time de Maringá que venceu o jogo por 3 sets a zero, com parciais de 25×19, 25×14 e 25×21. Com o resultado o time de Maringá continua com 100% de aproveitamento, após oito jogos do estadual, já o time do Círculo Militar/Dom Bosco, continua sendo o inverso da equipe maringaense, foram oito jogos e oito derrotas. 0% de aproveitamento até agora na competição estadual.

Maringá precisa de uma ou duas vitórias nos quatro jogos que faltam para garantir matematicamente a vaga para a final do campeonato estadual, agora são duas semanas de trabalho, para que essas vitórias venham contra Cascavel, e que o time enfrente araucária sem nenhuma responsabilidade e com a vaga já garantida na grande final.

FUTSAL – CIAGYM X CASCAVEL

Dessa vez não deu pro nosso futsal, o Ciagym até começou o jogo dando a impressão de que dominaria o jogo, abrindo logo de cara 2×0 com gols de Butina e Kumano, depois Cascavel descontou, mas o time maringaense fechou o 1º tempo com 3×2 no placar.

E a superioridade do 1º tempo acabou ficando no vestiário, no segundo tempo, o time tomou o empate faltando 15 minutos para o final do jogo, depois disso, o jogo foi equilibrado, até que o time visitante fez 4×3, depois disso, o time maringaense teve que se arriscar mais e com o goleiro linha acabou tomando dois gols, ainda conseguiu descontar com Alan, mas era tarde, final de jogo Cascavel 6×4 Ciagym/Maringá.

O time que agora vai até Medianeira enfrentar a equipe da casa e depende de uma vitória para garantir a classificação para a fase final da Chave Ouro.

por Zuba Ortiz

Maringá em ação neste fim de semana

O vôlei de Maringá que continua invicto no campeonato estadual volta à quadra neste final de semana, na sexta feira o jogo é às 19 horas, no ginásio do colégio Regina Mundi. E no sábado o jogo começa às 16 horas, os dois jogos são contra o Círculo Militar/ Dom Bosco, que está na última posição do estadual, sem nenhuma vitória até agora. É a primeira rodada do returno desse campeonato estadual, depois desses jogos, o time maringaense vai terminar a 1ª fase fora de casa enfrentando Cascavel.

A notícia agradável fica por conta do retorno de Tarcisio, já Rangel ainda não está 100% e continua de fora, ambos não jogaram no último jogo contra Araucária, pela última rodada do turno, nos jogos que também foram no colégio Regina Mundi. Como já postei aqui, o time de Maringá é líder isolado com 12 pontos, dois a mais que Araucária que é vice-líder e enfrenta Cascavel no ginásio da Cachoeira, na grande Curitiba. A equipe adversária do time maringaense é o inverso do time da casa, enquanto Maringá soma 6 vitórias em 6 jogos, Circulo Militar/Dom Bosco soma 6 derrotas em 6 jogos.

Em caso de duas vitórias, o time maringaense chega a 16 pontos, abrindo uma boa vantagem sobre seus adversários diretos por uma vaga na final do estadual, e o Círculo Militar/ Dom Bosco joga pela sua sobrevivência na competição estadual, será um jogo complicado para a equipe maringaense, que buscar continuar com 100% de aproveitamento na competição.

Liga Nacional – Seletiva Sul

Agora mudando um pouco de assunto, vamos falar da seletiva sul para a fase final da Liga Nacional que dá 3 vagas para a Superliga Masculina, e os prováveis adversários da nossa equipe aqui na região sul, será mesmo nosso rivais de Foz do Iguaçu, que passam sem nenhuma dificuldade pela seletiva, vencendo Inesul/Rolândia, Araucária e Circulo Militar/Dom Bosco, o time de Foz venceu os 3 jogos, e não teve nenhum adversário à altura.

Na fase final da Liga Nacional, o time de Foz irá enfrentar equipes como Flamengo e Araraquara, que se classificaram nas suas chaves da seletiva Sudeste da Liga Nacional (que contava com equipes de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais), além de Maurício de Nassau de Pernambuco que se garantiu no grupo 5 (que contava com as equipes de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte) e Upis do Distrito Federal que se classificou no grupo 4 que contava com a participação de equipes do Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso.

Ainda falta a definição de alguns grupos, são eles grupo 1, grupo 2 e o campeão do grupo 5 (que sai da disputa entre Flamengo e Araraquara). Os duelos finais serão em Fortaleza, e os nosso rivais chegam com moral para a fase final, depois de terminarem a 1ª fase invictos.

Futsal – Chave Ouro do Paranaense

Vale lembrar ainda, que no sábado tem jogo entre Ciagym/Maringá e Cascavel, valendo vaga para a fase final, já que os dois times estão empatados com 6 pontos, em 2º lugar junto com Marechal Cândido Rondon, que perdeu no último sábado por 4×3 para o Ciagym/Maringá.

por Zuba Ortiz