Penapolense-SP perde para o Londrina-PR, mas se mantém em 2° no Grupo 8

Neste domingo (17), o Penapolense foi até Londrina, enfrentar o time da casa e conheceu sua primeira derrota na Série D. O time de Penápolis perdeu por 1 a 0 para o Tubarão, mas foi beneficiado pelo empate entre Metropolitano-SC e Pelotas-RS e continua na vice-liderança do grupo. O Londrina é o líder, com 12 pontos.

Poucas chances e nenhum gol

No começo do jogo, o Londrina fez valer o mando de campo e partiu para o ataque, criando boas chances. Do lado do time visitante quem mais apareceu foi Leandro Santos, que fez boas defesas e evitou que o time da casa saísse na frente.

Aos 7 minutos, o atacante Oliveira recebeu livre após passe de Guaru e ficou cara a cara com o goleiro Vitor, porém foi marcado impedimento do camisa 11.

No final do primeiro tempo, Joel faz boa jogada e toca para Bruno Batata, que por pouco não chegou para abrir o placar.

Londrina aperta e sai com os três pontos

Na segunda etapa, o Londrina voltou pressionando e por pouco não abriu o placar logo aos 2 minutos, depois de cruzamento de Lucas, a bola quase vai para o gol, mas Leandro Santos salva o CAP.

A resposta do Penapolense foi rápida, aos 6 minutos, Luiz Gustavo aparece dentro da área e bate forte, a bola vai por cima do gol do goleiro Vitor.

A melhor chance do CAP apareceu aos 18 minutos, depois de jogada de Fio e Guaru, Oliveira recebeu pela esquerda e tocou na saída do goleiro, a bola passou tirando tinta da trave do Londrina.

O time visitante continuou pressionando e por pouco Oliveira – de novo – não abriu o placar, ele teve boa chance, mas a zaga afastou.

O castigo do Penapolense veio aos 33 minutos, depois de boa jogada pelo lado esquerdo, Joel de carrinho fez 1 a 0 para o time paranaense.

Após o gol, o Londrina segurou o jogo e não sofreu mais nenhum lance de perigo,  e só esperou o apito final.

Próximo jogo

No próximo final de semana, o Londrina recebe o Boavista-RJ, novamente no estádio do Café, às 16 horas. Já o Penapolense vai até Blumenau enfrentar o Metropolitano, num confronto direto pelo segundo lugar. O jogo do CAP também será domingo, às 16 horas.

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Falta de patrocínio: Até quando?

Esporte maringaense enfrenta dificuldade de disputar competições nacionais

A cidade de Maringá possui bons times, mas sempre tem dificuldade para disputar campeonatos fora do estado, pois falta apoio financeiro por parte da iniciativa privada e pública. Um exemplo de que o esporte deixa a desejar é o fato dos atletas maringaenses só se tornarem destaques nacionais quando vão jogar em times de outras cidades.

Maringá já disputou torneios nacionais em diversas modalidades, seja no futebol de campo, no vôlei ou futsal, mas hoje em dia o esporte maringaense anda esquecido. O apoio é mínimo e em muitos casos é praticamente inexistente. Graças a isso, os times e atletas precisam fazer alguns “milagres” para continuar na ativa.

O time de vôlei é um exemplo disso. No ano passado conseguiu participar da Superliga, com o apoio de algumas empresas da cidade, mas neste ano a falta de patrocínio fez com que o time pedisse um afastamento da competição nacional. Mesmo com o titulo dos Jogos Abertos do Paraná e do Campeonato Estadual, a equipe não conseguiu o apoio necessário para garantir a sua participação. Outro time que foi bem é o Ciagym/Maringá de futsal, que mesmo sem muito apoio conseguiu ser vice-campeão Estadual e também o terceiro lugar nos Jogos Abertos do Paraná.

Um dos motivos para Maringá enfrentar dificuldades todo ano na montagem de equipe é justamente a falta de patrocinadores e de empresários da cidade dispostos a investir no esporte da cidade. “Teria de fazer uma discussão, chamar os empresários, e expor o as vantagens e falar do retorno que isso dá, em nível nacional, para que eles possam investir nesses esportes amadores, que dão mais retorno que o futebol”, afirmou o secretário de Esportes, Márcio Stábile

A prefeitura por meio da Lei de Incentivo ao Esporte repassa parte dos impostos para as associações esportivas da cidade, ajudando assim a manter o esporte da cidade, mesmo sem patrocínio de outros setores. “A prefeitura faz a parte dela, ela fornece espaço e ela repassa recursos para a formação de atletas” afirmou Stábile.

Maringá, que já foi destaque no cenário nacional do futebol – na época do glorioso Grêmio Maringá -, passa por uma situação difícil. O time da cidade, o Galo/Adap, é mais um reflexo da falta de apoio às equipes maringaenses. A equipe pediu afastamento do Campeonato Paranaense devido à falta de patrocinadores, o que pegou muita gente de surpresa e, inclusive, gerou revolta entre a torcida da cidade. O Secretário de Esportes afirmou que também não esperava, pois estava aguardando a direção da equipe pra definir a utilização do estádio Willie Davids no campeonato estadual.

Para o estudante e torcedor maringaense, Felipe Botion, a ausência do time de futebol foi bastante sentida. ”Eu fiquei triste, Maringá é uma cidade com tradição no futebol, tricampeã do estado, não pode ficar sem um time de futebol”, afirmou o estudante. Ele acha ainda que as empresas da cidade têm medo de “gastar” dinheiro com qualquer tipo de esporte, já que elas visam somente o lucro, e dependendo do esporte esse lucro seria pouco, ou demoraria muito a aparecer.

“Eu vejo alguns empresários que não pensam no esporte da cidade, em ajudar a cidade de alguma maneira, o que não falta é empresário que tem dinheiro para investir em esporte, mas acho que eles não acham interessante”, afirmou Carlos Emori Júnior, torcedor.

Alguns atletas precisam sair da cidade para continuar no esporte e, em alguns casos, esses atletas acabam se tornando destaques nacionais. Foi o que aconteceu com o jogador de vôlei, Robinson Dvoranen, que hoje defende as cores da Ulbra na Superliga de Vôlei. Outro atleta que deixou a cidade para continuar no esporte foi o também jogador de vôlei, Fernando Mari, que acabou indo para a Europa, disputar o campeonato português pelo time do Esmoriz. Os dois atletas começaram no vôlei por aqui, mas tiveram de sair da cidade para conseguir algo melhor para a carreira. O caso de Fernando é mais recente. Ele saiu da equipe após a conquista do título estadual deste ano.

Fernando Mari é meio de rede e participou das conquistas dos Campeonatos Estaduais do ano passado e deste ano, e do título dos Jogos Abertos do Brasil também este ano. “A nossa cidade sofre com a falta de investidores, porém não é somente esse o problema, acho que falta um apoio daqueles que tem a verdadeira responsabilidade com isso, ou seja, Prefeitura, Governo do Estado. Se o Poder Público não ajuda e não vai atrás, qual é a credibilidade que é passada para um investidor? Sendo que nem aqueles que têm a “obrigação” de ajudar não colaboram”, afirmou o jogador que passou boa parte de sua carreira defendendo as cores de Maringá.

Mesmo com tantas dificuldades, os times maringaenses geralmente superam os problemas e estão se firmando cada vez mais como destaques no estado, com conquistas consecutivas dos campeonatos estaduais, como no caso do vôlei e do handebol. Além disso, “brigam” por um lugar ao sol no cenário nacional, coisa que os times ainda não têm conseguido.

por Zuba Ortiz

Time maringaense de hóquei volta à ativa

Maringá possui alguns times poucos conhecidos do grande público. Alguns esportes normalmente não são destaque, pois são desconhecidos. Um desses times é o time do Maringá Vipers Hockey, que é uma equipe de Hóquei Inline (sobre patins). Que inclusive já disputou alguns torneios nacionais.

Hóquei é um esporte em que duas equipas competem por um disco que deve ser empurrado para dentro do gol da equipe adversária utilizando o taco.

O Hóquei Inline é uma variação do hóquei sobre o gelo, ele é disputado utilizando as mesmas regras do hóquei sobre o gelo. A diferença fica por conta dos patins utilizados(patins inline e patins para o gelo) e do local de prática do esporte (quadra esportiva e quadra de gelo).  O Hóquei inline é disputado por duas equipes formadas por quatro jogadores de linha e um goleiro, o jogo é disputado em três tempos de 15 minutos.

A equipe maringaense começou suas atividades em 1996, mas ainda como uma brincadeira. A brincadeira se tornou mais séria a partir de 1998, quando o time começou a ganhar projeção no território nacional.

Quando começou em 1996, o time não podia escolher muito os atletas que apareciam no treinamento. “Isso foi mais por aceitação mesmo, de quem gostava de patinar. Nós fomos aceitando até pessoas que não sabiam patinar direito e que acabaram aprendendo a patinar junto com a gente”, declarou Edgar Montelares, um dos jogadores da equipe maringaense.

“Atingimos o 3º lugar na Taça Brasil de Hóquei, já fomos 3º lugar no Campeonato Brasileiro. Então a gente tem uma bagagem legal, se não fosse esse tempo parado a gente poderia ter atingindo mais coisas, mas não gosto nem de pensar”, contou Douglas do Amaral, capitão e fundador do time maringaense.

A influência para a criação da equipe foi um filme. “O time surgiu graças a um filme do Walt Disney, que se chamava Super Patos”, declarou Douglas. Para quem não conhece o filme “Super Patos” conta a história de garotos que montaram uma equipe de hóquei.

Maringá ainda é uma cidade provinciana em relação a alguns esportes, e um desses é o hóquei. “Muitas pessoas desconhecem a existência da equipe e até mesmo o que é o esporte. Quando a gente treina, às vezes muitos curiosos param para ficar observando. Mas o hóquei ainda tem muito que crescer aqui em Maringá”, declarou o capitão da equipe.

O time ficou parado por quase dois anos e retornou aos treinos recentemente, estando hoje com mais ou menos 15 atletas. Mais de uma década depois de sua criação, a equipe “coleciona” em seu currículo três convocações para a seleção brasileira e dois atletas que já jogaram fora do país, nos EUA e no Canadá. Além de o time ter sido considerado o melhor time do sul do país. “E com esses dois anos parados a gente voltou um pouquinho atrás, mas creio eu que com muito treino e determinação a gente pode voltar ao topo”, afirmou Amaral.

PARTICIPAÇÃO FEMININA

No hóquei não existe diferença de sexo, homens e mulheres disputam as partidas todos juntos. Em Maringá, também existe uma garota que treina. Carol Picolli, que já disputou campeonatos com homens. Segundo o capitão da equipe ela nunca deixou a desejar por ser do sexo feminino.

COMEÇANDO NO HÓQUEI

Para começar no esporte o material necessário é um par de patins, cotoveleira, joelheira, um capacete e luvas. E outra coisa necessária é saber patinar, sem o domínio dos patins ninguém vai conseguir praticar o hóquei.
“As pessoas acham que não sabem nem patinar, imagine controlar um disco. Com dois meses de treino é possível patinar perfeitamente. Só tem que gostar. Não adianta vir amarrado pelo pai ou pela mãe que não se vai a lugar nenhum. Aqui a gente treina porque ama o hóquei. Então se você ama, você faz. Não tem segredo é treino e dedicação”, declarou Amaral.

O time maringaense não pensa em torneios para esse ano, até porque o fim do ano está próximo. Para 2009 a expectativa com os campeonatos é grande. “Previsão de campeonato mesmo só em 2009. Em fevereiro do ano que vem começa o calendário. E até fevereiro tem tempo para se treinar bem”, declarou Amaral.

SELEÇÃO BRASILEIRA

Pouca gente sabe, mas hoje em dia o hóquei já é uma realidade no país, em Maringá e no Paraná as coisas estão um pouco atrasadas, mas no Brasil, a Seleção Brasileira foi Campeã Mundial na Transilvânia, “batendo” seleções como Canadá e EUA. Antigamente os próprios atletas se bancavam nas viagens internacionais quando eram convocados para a seleção. “Antes você tinha que se bancar quando era convocado, mas hoje não, hoje você recebe (para defender a seleção brasileira). E isso acaba animando ainda mais os atletas para a prática do esporte”, confessa Douglas.

TREINOS
Os treinos acontecem na quadra da Unifamma, todo sábado, às 14 horas e toda quinta feira, às 19h30.

por Zuba Ortiz

Rúgbi: um futebol diferente

O rúgbi é um esporte muito conhecido em todo o mundo. Possui praticantes em todas as partes do planeta, mas no Brasil, especificamente em Maringá, ele é um esporte pouco conhecido, embora já venha ganhando certo público com a criação da equipe maringaense de rúgbi, os Hawks.

Trata-se do segundo maior esporte coletivo do mundo atrás apenas do futebol. A Copa do Mundo de Rúgbi é o terceiro evento esportivo com maior audiência, perdendo apenas da Copa do Mundo de Futebol e Jogos Olímpicos.

O rúgbi chegou ao Brasil junto com o futebol de campo, trazido pelo inglês Charles Miller. Na América do Sul, a seleção com mais tradição no esporte é a dos nossos “hermanos” argentinos.

“A principal diferença entre o futebol americano e o rúgbi é justamente a utilização ou não dos materiais de proteção. Além disso, no futebol americano existem apenas ‘duas linhas’: uma linha de ataque e outra de defesa, e no rúgbi isso não existe, todo mundo ataca e defende. O passe do futebol americano pode ser feito para a frente da linha da bola e do rúgbi não, só é possível o passe pra trás”, explica Guilherme Martins Fernandes, um dos jogador da equipe maringaense.

A idéia do time de rúgbi em Maringá surgiu no início de 2007, com o professor Anselmo Mendes, através de um site de relacionamento, mas acabou não dando certo pois as pessoas que começaram com o time e acabaram desistindo. Em novembro de 2007, o time conseguiu reunir cerca de seis pessoas e depois com os convites feito pelos praticantes o time foi crescendo, primeiro no próprio círculo de amizade. agora, o time já conta com 40 pessoas.

Essa aceitação tem surpreendido praticantes de Cascavel e Presidente Prudente, que treinam com a equipe quando estão em Maringá .

Uma das dificuldades de conseguir mais praticantes é a falsa idéia de que o esporte é violento. “Ele é um esporte de contato físico como outro qualquer”, explica Guilherme Fernandes.

Alguns atletas da equipe conseguiram montar um estatuto do time, para transformá-lo em uma associação, o objetivo com essa associação é agregar ao esporte maringaense.

“A idéia sempre foi de fazer uma coisa séria, nunca passou pela nossa cabeça apenas juntar um pessoal para jogar rúgbi no final de semana. Desde o começo a idéia era ter uma equipe, que participasse de campeonatos, e que tivesse participasse da Associação Brasileira de Rúgbi. Agora com esse número de praticantes, vai ser possível colocar essa idéia em prática”, explicou Guilherme Fernandes.

O maior desejo dos praticantes depois de montar a associação, é que o esporte comece a ser mais conhecido em Maringá e que a população o conheça realmente, para desmistificar a idéia de que rúgbi é violento. No estado do Paraná existem equipes em Ponta Grossa, Londrina, Cascavel, Guarapuava e Curitiba, além da equipe maringaense. Mas o esporte não é tão difundido como no estado de São Paulo, pioneiro nessa modalidade.

Outro ponto destacado pela equipe é falta de locais para treinamento. Em Maringá, não existe nenhum local adequado para a prática do rúgbi, mas isso não é “privilégio” da cidade. No Brasil, existem poucas cidades que possuem campos oficiais de rúgbi. Para os praticantes o sonho é fazer uma partida de exibição contra alguma equipe no estádio Willie Davids.

TERCEIRO TEMPO

Uma das diferenças que mais chamou atenção e que foi lembrada por todos os praticantes do rúgbi é o chamado “Terceiro Tempo”. Esse termo é usado para “nomear” a confraternização feita entre as equipes depois dos jogos e campeonatos, onde eles cantam, fazem comentários e acabam conhecendo mais as outras equipes. Isso gera vínculos de amizade entre as equipes que são “rivais” dentro do campo.

Para Guilherme Fernandes, uma frase que marca e caracteriza bem o esporte é: “rúgbi se joga com o coração”. Muitos praticantes do esporte usam essa frase para definir o rúgbi.

O time conta com jovens de 16 anos e até adultos com mais de 30 anos, mas a presença feminina ainda é pequena. “Sempre tem aquela coisa, se a minha amiga não for eu também não vou, então se alguma menina se interessar a gente está com um projeto de criar uma equipe feminina aqui em Maringá”, comentou Guilherme Fernandes.

O time que já disputou um campeonato estadual e teve uma participação “típica” de uma nova equipe. Em três etapas do estadual, o time não participou da 1ª realizada em Guarapuava, pois não possuía uma preparação para a disputa de um campeonato, devido ao pouco tempo de formação da equipe. Já na 2ª etapa, em Curitiba, o time foi de última hora e conseguiram a 7ª posição entre oito equipes participantes, depois de uma vitória sobre Ponta Grossa. Já na 3ª e última etapa, o time disputou contra seis equipes e perdeu todos os jogos, mas o desempenho foi considerado satisfatório pelos membros da equipe devido ao pouco tempo de atividade.

O time tem treinamentos semanalmente, na segunda-feira às 17 horas em frente do MUDI na UEM, na quarta-feira às 20 horas na quadra de areia da Vila Olímpica e no sábado às 14 horas, em frente ao Museu Interdisciplinar da UEM, no gramado da UEM. Os treinamentos são técnicos, táticos e físicos, o responsável pelos treinamentos é o professor Anselmo Mendes na parte física e Guilherme Martins na parte técnica e tática.

por Zuba Ortiz

Maringá deverá ter time na Superliga 2008/2009

O time de vôlei de Maringá que disputa o Campeonato Paranaense de vôlei, deve ser confirmada na Superliga deste próximo ano, o acerto depende apenas de alguns patrocinadores, que ainda não definiram os detalhes dessa temporada, enquanto isso, o time continua 100% no campeonato estadual, o que tem ajudado na busca por patrocínios para essa próxima Superliga.

Alguns reforços chegaram para esse ano casos de Léozão e Edson que disputaram a última Superliga por São Caetano/Tamoyo e Roosevelt que estava no Atibaia, e que já estão disputando o estadual.

O time ainda busca reforços, já que perdeu jogadores como: Thiagão (que foi um dos destaques do time na última Superliga), China ( que era um líder dentro de quadra), Fernando (que deve está de saída, mas ainda está defendendo Maringá no estadual) e André-Dez (que foi outro destaque no meio de rede ao lado do Fernando), sem contar jogadores raçudos e que davam o sangue pela equipe casos de Hudson, Kulaska, Dú, Neguinho, Gui, entre outros.

O time precisa de reforços, mas creio que esses reforços só virão (se eles vierem mesmo, perto do começo da Superliga), o time que irá jogar os Jogos Abertos e o Estadual deverá ser esse mesmo, com a chegada de algum outro atleta, mas nada de “peso”, comparados aos jogadores que perdemos.

É esperar, como a torcida irá reagir a um time totalmente novo e desconhecido por grande parte dela, a expectativa é que a torcida apoie como sempre fez, afinal, são as cores e o nome de Maringá que estarão dentro de quadra.

por Zuba Ortiz

Purity/Cesumar 1×3 Uniamérica/Foz do Iguaçu

Não foi a despedida que o torcedor maringaense esperava. Um time apático, cometendo erros primários, e um time de Foz jogando bem desde o começo. Esse foi o cenário visto por quem foi até o ginásio Chico Netto acompanhar o último jogo da Superliga deste ano.

Um time que nenhum torcedor no ginásio conseguiu entender, o time foi crescer apenas no 3º set, e mesmo assim, foi na base da superação. No 4º set, o time mostrou o desinteresse no jogo. Quando uma bola no fundo de quadra, com dois jogadores acompanhando e uma aposta no famoso “golpe de vista”. O resultado foi a “derrubada” do time no final do set e a vitória da equipe de Foz.

O primeiro set foi um set para ser esquecido, o time errou ataques bobos, queimou várias bolas de fundo, e tocou muitas vezes na rede, fazendo o time de Foz abrir uma boa vantagem no placar, que foi fechado em 25×19.

No segundo set novamente o time não se encontrou em quadra e mostrou novamente erros que não foram cometidos em nenhum outro jogo desta Superliga e o placar foi 25×21 novamente para a equipe de Foz.

O terceiro set foi bem disputado com o time maringaense abrindo vantagem apenas no final do set, e mesmo com um voleibol fraco e sem muito esforço, o time venceu o set e evitou uma derrota por 3×0 para a equipe de Foz que já estava rebaixada. No final do set o placar apontava 25×23 para a equipe do Purity/Cesumar.

O quarto set foi o reflexo de todo o jogo, um time sem muito esforço, mas que mesmo assim chegou a abrir 24×21 e acabou levando a virada depois de um “golpe de vista” que deu moral para a equipe do Uniamérica buscar o set e fechar em 27×25. Fazendo 3×1 no jogo.

Apesar da derrota, a equipe do Purity/Cesumar ficou com 36 pontos, na 13ª posição, uma posição acima da zona de rebaixamento, e a equipe de Foz mesmo com a vitória ficou na última posição com 34 pontos.

Apesar da desastrosa despedida, o saldo deste ano na Superliga foi positivo, afinal foram 8 vitórias e muitos jogos bons contra equipes maiores. Vale lembrar também que as duas derrotas pra Foz valeram a classificação para a segunda fase, já que o time chegaria a 38 pontos e teria um saldo de set melhor que do Universo/Uptime, equipe que ficou na 8ª posição.

Fica a sensação de dever cumprido, mas a despedida deixou uma má impressão de um time que foi aguerrido durante toda a competição mas que não teve uma despedida digna dos jogos que realizou durante a Superliga.

por Zuba Ortiz

Purity/Cesumar 3×2 Álvares Vitória

O Chico Netto recebeu um público bem menor que o esperado, cerca de 480 pessoas foram na última quinta feira acompanhar a partida entre Purity/Cesumar e Álvares Vitória. E quem foi ao Chico Netto não se arrependeu, o time venceu o “fantasma” do tié-break e venceu a equipe do Espírito Santo, depois de ficar em desvantagem duas vezes no placar.

Com a vitória do time maringaense e a derrota de Foz de Iguaçu e a vitória de São Caetano, o time maringaense não conseguiu abrir muita vantagem, mas o Purity/Cesumar ainda enfrenta essas duas equipe jogando no Chico Netto.

O 1º set foi dominado pela equipe do Espírito Santo, o time maringaense só resolveu “acorda” no final do set, com o meio de rede, Fernando sendo o destaque nos saques, mesmo assim, o time tirou uma grande vantagem, mas perdeu por 25×23 em 30 minutos de jogo.

No 2º set, o time do Purity/Cesumar, o time começou perdendo, mas acabou virando e venceu por 27×25, em 35 minutos de jogo, fazendo com a torcida se empolgasse com o time.

Porém o 3º set, o time repetiu as falhas do 1º set e acabou sendo derrotado por 25×22 em 30 minutos, dando a impressão de que mais uma vez ficaríamos no “quase”.

Mas jogando um voleibol de qualidade no 4º set, o time conseguiu impor seu estilo de jogo e acabou vencendo por 25×22 em 32 minutos, e devolvendo a derrota do 3º set.

No tié-break, o time visitante chegou a abrir 4×1, porém com bons saques de Fernando e Thiagão, o time de Maringá conseguiu empatar o jogo em 5×5, depois disso o time conseguiu manter o ritmo e acabou deslanchando no final, fazendo 15×11 em 20 minutos e fechando o jogo em 3 sets a 2 em 2 horas e 27 minutos.

Os destaques da equipe maringaense foram: China, eleito o melhor em quadra, Fernando com 3 aces e André com 16 pontos, sendo o maior pontuador da equipe da casa.

Purity/CesumarXÁlvares Vitória Purity/CesumarXÁlvares Vitória Purity/CesumarXÁlvares Vitória Purity/CesumarXÁlvares Vitória

por Zuba Ortiz