Fora de casa, Penapolense empata com Batatais e rebaixa o adversário

O Penapolense se despediu da Série A2 diante do Batatais, fora de casa. O empate em 1 a 1 acabou rebaixando o time da casa e aumentando a série de jogos sem vitória do time de Penápolis para 6.

Com o resultado, o Penapolense chegou a 20 pontos e ficou na nona colocação, enquanto isso, o Batatais chegou aos 10 pontos e terminou na lanterna da Série A2.

Penapolense sai na frente

Já sem chances de classificação para as semifinais, o Penapolense tentou terminar a participação com vitória. Já o Batatais ainda sonhava em se livrar da Série A3 e foi para o ataque desde o primeiro minuto.

Apesar do domínio do time da casa, o CAP saiu na frente aos 50 minutos, com Yamada, que contou com falha do goleiro para abrir o placar.

Batatais empata e é rebaixado

Precisando da vitória para tentar se livrar do rebaixamento, o Batatais partiu para o ataque e esbarrou nos próprios erros de passe e finalizações.

O time da casa deu esperança aos torcedores que estavam no estádio aos 31 minutos, quando Medina empatou a partida.

Depois disso, o Fantasma bem que tentou, mas não conseguiu aproveitar as chances e acabou rebaixado em casa.

 

 

Confira o que mudou na Série A2 do Paulistão para 2016

A edição do Campeonato Paulista – Série A2 passará por mudanças no regulamento a partir de 2016, isso foi definido no arbitral que aconteceu na semana passada na sede da Federação Paulista de Futebol, com votação da maioria dos clubes sobre as mudanças.

A primeira mudança significativa é o número de acesso, se até 2015 eram 4 clubes que garantiam o acesso, ano que vem serão apenas 2. Além disso, o número de rebaixados sobe de 4 para 6, aumentando a preocupação dos clubes menores.

Outra mudança foi na fórmula de disputa, saem os pontos corridos e volta o “mata-mata”- a primeira fase será em turno único, com 19 rodadas, os 8 melhores se classificam para as oitavas, depois quartas e semis, os dois finalistas estarão na Série A1 em 2017. As quartas e semifinais serão disputadas em duas partidas, já a final será partida única (no dia 8 de maio).

O que continua igual é o limite de 28 jogadores inscritos por equipe (25 jogadores de linha e três goleiros). O prazo para inscrição é no dia 4 de março, ou seja, antes da décima rodada.

O calendário dos jogos só deverá ser divulgado em dezembro, um mês antes do inicio da competição.

Outra mudança que segue o que foi definido na Série A1 é que os técnicos só poderão trabalhar em um clube daquela divisão, evitando a troca de técnicos dentro da mesma série.

Dezenove clubes estão confirmados na Série A2 em 2016, 11 já disputaram a competição em 2015 (Atlético Sorocaba, Batatais, Guarani, Independente, Monte Azul, Paulista, Rio Branco, Santo André, São Caetano, União Barbarense e Velo Clube); quatro foram rebaixados da elite (Bragantino, Marília, Penapolense e Portuguesa) e quatro clubes que conseguiram o acesso (Barretos, Juventus, Taubaté e Votuporanguense).

A última vaga está entre Mirassol e Água Santa – o time de Diadema conseguiu o acesso, mas está com problemas em seu estádio e pode ficar de fora por não ter o número mínimo de lugares para receber jogos da Série A1 e assim pode continuar na Série A2, se não entregar os laudos necessários para a Federação.

[CRÔNICA]: CAP: nós nunca vamos te abandonar!

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Esse é o sentimento de todo capeano! Vai CAP, nós nunca vamos desistir de você. (Foto: Reprodução)

Passei quase um dia inteiro pensando no que escrever sobre o que vivemos ontem, digo no plural, pois sei que não fui o único que sentiu o rebaixamento do CAP.  Não senti simplesmente pelo fato de voltar à segunda divisão, mas pela forma que foi, com erros atrás de erros, com egos sendo maiores que o time.

E pensar que a pouco mais de um ano, escrevia nesse mesmo blog sobre a imensa felicidade de vencer o São Paulo no Morumbi e chegar pela primeira vez numa semifinal do Paulistão. Podia também lembrar do jogo contra o Palmeiras no Pacaembu, que fui com um amigo, ou contra o Corinthians em 2013, que também aconteceu no Pacaembu – praticamente o quintal da minha casa na capital paulista.

Mas prefiro falar sobre a minha ligação com o time, que começou bem antes disso, começou na Série B2, quando o time contava com Damásio, André Cunha (aquele mesmo), André Liranço e Julinho… aquele time que foi eliminado no Tenentão diante do Jabaquara depois que Luizão entregou a bola nos pés do time santista que tinha a dupla de ataque “Tom & Jerry”. Passa também pela eliminação contra o Oeste, com Torrinha perdendo pênalti com “goleiro-linha” no final da partida em Prudente e depois o quase contra o Osvaldo Cruz, com o gol no finalzinho.

Mas a ligação não diminuiu, na verdade aumentou, foram nesses momentos que a cidade e os verdadeiros apaixonados se uniram e continuaram acompanhar o time, seja no estádio, seja pela Rádio Difusora de Penápolis – por muitos anos, a única forma de acompanhar as partidas. Depois de tanto sofrimento, veio o título da Série A3, e logo em seguida, o acesso na A2, naquele jogo diante do Red Bull, em Campinas, com uma caravana de ônibus saindo de Penápolis. Mas tudo isso não mudou o amor que tenho pelo clube, não mudou o que o verdadeiro torcedor capeano tem pelo clube.

E nesse cenário todo, foi vendo o CAP jogar que resolvi que seria jornalista e que trabalharia por esporte, foi ele que faz eu tomar um rumo profissional, e quis o destino, que no dia mais triste da história do clube nos últimos anos eu estivesse tão longe. Da mesma forma que fiz um “carnaval de um homem só” em 2014, em 2015, fiquei de luto sozinho, sem reclamar, apenas relembrando e sentindo saudade de muitas tardes de domingo, ou das manhã, quando acordava cedo para ouvir o jogo pelo rádio e “discutir” futebol no almoço de família.

E é por isso que sinto tanto esse rebaixamento, porque sei que meus dois velhinhos que estão no céu, não mereciam esse desgosto com o time do coração rebaixado depois de uma campanha patética. Talvez se eles tivessem por aqui, acho que teriam uma teoria, um motivo, ou pelo menos uma palavra de conforto para aliviar essa tristeza. Sei que em algum lugar do céu, a quarta-feira e a quinta-feira foram das mais triste, mas como já vi nos dois casos, quando menos se espera, é que as pessoas dão a volta por cima. As pessoas tem o dom de “nascer” de novo, e minha vó não me deixa mentir, e foi nessa nova vida que ela viu o CAP reviver, crescer e ser destaque, foi nessa nova vida, que ela sorriu a cada vitória e xingou a cada derrota, mas ninguém melhor que ela pra mostrar que nunca podemos nos dar por vencido e nem desistir da nossa “batalha” diária.

Do outro lado, meu avô também viu o time quase subir, participou da diretoria e depois viu o time que tinha o estádio na sua rua, ficar muito tempo parado. Teve tempo de ver o time crescer, subir, disputar a primeira divisão, vencer times grandes e viu o estádio “apertadinho” ganhar novos lugares e foi lá que ele fez uma das últimas visitas em vida, já numa cadeira de roda, mas feliz de ver o estádio crescendo e a cidade abraçando aquele clube. O que aconteceu no Tenentão em 08 de abril de 2015 vai ficar pra sempre na história do CAP, resta aos verdadeiros apaixonados pelo clube, se unirem e como das outras vezes, fazer o time voltar à elite e brilhar, dando orgulho a cada capeano espalhado por esse globo terrestre, e em alguns casos, em outros planos que não são os terrenos.

Dizem que a gente aprende nos erros, então que o ocorrido sirva de lição e que muito em breve, o CAP volte e todo capeano possa gritar e comemorar no Tenentão lotado.

Seja na primeira, na segunda ou na terceira divisão, uma coisa eu tenho certeza, CAP EU TE AMO! E meu CAP, eu não espero nada que não seja, te ver em campo e poder de novo gritar: “Vamo ganhar CAP!”.

E a crônica do acesso em 2012 pode mostrar um pouco do que esse time representa pra essa cidade pequena, mas que tem um amor gigante pelo time que tem suas cores. Vale conferir de novo:

Em casa, Penapolense perde para o São Bento e é rebaixado no Paulistão

Jogando no Tenente Carriço, o Penapolense recebeu o São Bento, em busca de uma vaga na próxima fase. Em paralelo, o time de Penápolis buscava também se manter na série A1 do Paulistão. O resultado porém foi vitória do time visitante por 1 a 0, com gol de Wanderson, combinado com as vitórias de Linense e Capivariano, decretou o rebaixamento do Penapolense.

São Bento joga bem e CAP não impõe seu ritmo

A partida começou equilibrada, com o São Bento jogando bem e mesmo sem chance de classificação ou lutando contra o rebaixamento, o time de Sorocaba dominou a primeira etapa.

Aproveitando os espaços pelo lado esquerdo, o time teve chance com Nilson, que chegou atrasado e por pouco não abriu o placar.

Precisando do resultado, o Penapolense  não conseguia acompanhar a equipe visitante e chegou pouco ao gol do adversário.

São Bento marca, Henao salva e CAP cai

No segundo tempo, o Penapolense voltou diferente e assustou logo no começo, com dois minutos, Sérgio Mota cobrou falta e obrigou Henao a fazer ótima defesa. Depois foi a vez de Crislan tentar e passar perto do gol do time de Sorocaba. Jogando sem preocupação, o São Bento assustou com Giovanni que obrigou Samuel a fazer ótima defesa.

Aos 11 minutos veio o balde de água fria, Wanderson aproveitou cruzamento e abriu o placar para o São Bento, deixando o CAP em situação complicada.

Depois do gol, o Penapolense partiu para o ataque em busca do empate, e acertou a trave com Sérgio Mota.  E o filme de terror para o torcedor penapolense piorou quando Léo Melo sentiu uma lesão e não pôde continuar em campo, deixando o time da casa com 10 jogadores.

Quando os alto-falantes do Tenentão anunciaram o gol do Linense, o time ficou tenso e partiram para o tudo ou nada. Crislan tabelou com Ronaldo Mendes e por pouco não empatou. Nos acréscimos, Henao apareceu de novo e evitou o empate, e decretou o rebaixamento dos comandados de PC Gusmão.

Classificação

Com a derrota, o Penapolense manteve os 15 pontos e ficou em 17º lugar no geral, um ponto a menos que o Linense, que se salvou do rebaixamento na última rodada. Já o São Bento chegou aos 21 pontos e ficou em 9º lugar, depois de uma série de 6 jogos sem perder.

Penapolense vence o Guarani e está a 3 pontos da Série D e das Quartas de Final

O Penapolense chegou ao 5º jogo sem derrota nessa reta final de Paulistão e a “vítima” deste sábado foi o Guarani – que com a derrota está virtualmente rebaixado. O placar foi 3 a 0 para o time de casa, com gols de Guaru (2) e Wellysson (contra). Se o time de Penápolis não perde a 5 jogos, o de Campinas não ganha a 9 rodadas – a última vitória foi há dois meses, contra o São Caetano, por 3 a 1.

O jogo começou com o time da casa criando boas chances com Magrão e Rodrigo Biro. O Guarani só conseguiu assustar o time da casa aos 13 minutos, em lance de Erik. Depois disso, o Penapolense tomou conta do jogo, mas se complicava com as poças de água no gramado.

A história do jogo começou a ser mudada aos 30 minutos, quando Silvinho ganhou na corrida do zagueiro Cássio e foi derrubado dentro da área. O juiz marcou pênalti, Guaru cobrou e fez 1 a 0 para o time de casa. Antes do apito para o final do primeiro tempo, o Penapolense quase fez o segundo, com Silvinho.

No segundo tempo, o Guarani decidiu ir em busca do empate e deu espaços para o Penapolense jogar no contra-ataque, e foi assim que as 14 minutos, Silvinho ganhou na velocidade e bateu para defesa do goleiro Renan, mas na sobra, Guaru chutou para o gol vazio, fazendo 2 a 0 para o Penapolense.

Logo depois do gol, o Guarani chegou a pressionar com Cadu, mas o Penapolense conseguiu segurar o time de Campinas e só administrou o resultado e “abusou” de perder gols com Magrão – que perdeu pelo menos duas chances claras.

No final da partida, aos 43 minutos, Fio cruzou e o zagueiro Wellyson chegou antes de Sérgio Mota e deu números finais aos jogo, fazendo 3 a 0 para o time de Penápolis – que na sua primeira participação na elite estadual está perto de chegar no “mata-mata”.

Com a vitória, o Penapolense chegou aos 27 pontos e é o 8º colocado, com 3 pontos a mais que o Bragantino (9º). Já o Guarani continua com 10 pontos e ocupa a última posição (20º) da competição.

Na próxima rodada, o Penapolense recebe o São Caetano – outro clube ameaçado pelo rebaixamento – enquanto o Guarani vai enfrentar o Palmeiras no Pacaembu e pode ser matematicamente rebaixado.

Purity/Cesumar 3×2 São Caetano/Tamoyo

Jogando para um público de 900 pessoas, o time maringaense, começou o jogo de forma arrasadora, mas acabou deixando o ritmo cair e mais uma vez passou sufoco, mas venceu o lanterna da competição por 3 sets a 2 em 2 horas e 39 minutos.

No primeiro set, o time maringaense mostrou um voleibol de time grande com uma variação muito boa de jogadas, e a superioridade maringaense se refletiu no placar, o 1º set ficou em 25×13 para o Purity/Cesumar.

No segundo set, o time mostrou aquele famoso poder de reação e acabou fechando o set em 32×30, num set disputado e muito “catimbado” por parte do time do ABC, no final o time conseguiu encaixar o seu ritmo de jogo e fechou o set, dando a impressão de que o jogo seria 3×0 para a equipe local, mas doce ilusão.

Em um 3º set totalmente apático com uma reação no final o time não pode evitar a derrota por 25×23, levando o jogo para o 4º set.

No 4º set a história se repetiu, um bom início, uma queda de rendimento, e reação no final, mas não o suficiente para evitar a derrota no set, levando o jogo para o ainda preocupante tié-break

No 5º set, o que se viu foi uma equipe determinada e lutando a cada ponto pela vitória, o jogo permaneceu igual até o time do Purity/Cesumar conseguir fazer 9×7, depois disso, foi um teste pro coração do torcedor maringaense, que ainda tem certo trauma do 5º set, mas no final deu a lógica, o Purity/Cesumar venceu por 15×12, e deixou o time de São Caetano bem perto do rebaixamento, até por que o time da Uniamérica/Foz do Iguaçu venceu o Shopping ABC/ Santo André e continua apenas 1 pontos atrás da equipe maringaense.

Os destaques da partida foram Ricardo, que recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor em quadra e anotou 22 pontos para o time maringaense e Thiagão que mais uma vez foi o maior pontuador do jogo com 32 pontos na partida sendo 3 deles em saque.

A equipe maringaense recebe no próximo sábado o Shopping ABC/ Santo André no ginásio Chico Netto às 19 horas, o time do ABC está apenas um ponto e uma posição na frente da equipe local, e o confronto será encarado como uma final pelas duas equipes.

por Zuba Ortiz