Confira a tabela completa do Penapolense no Paulistão 2015

A Federação Paulista de Futebol divulgou nesta segunda-feira (01), a tabela completa dos jogos da Série A1 do Paulistão 2015.

O Clube Atlético Penapolense começa o estadual reencontrando o São Paulo – time que foi eliminado pelo CAP nas quartas de final do Paulistão deste ano – mas dessa vez, o confronto será no Tenente Carriço, em Penápolis.

O Penapolense ainda vai receber a visita do Palmeiras, na 6ª rodada. O confronto contra o Corinthians será na 12ª rodada, no Itaquerão, em São Paulo.

Lembrando que o CAP não enfrenta o Santos na primeira fase, já que os dois clubes estão no Grupo D do Paulistão e só se enfrentam caso avancem para a segunda fase da competição.

Confira a tabela completa:

01/02 – Penapolense x São Paulo

04/02 – Red Bull x Penapolense

08/02 – Penapolense x Ituano

11/02 – Penapolense x São Bernardo

14/02 – Mogi Mirim x Penapolense

22/02 – Penapolense x Palmeiras

01/03 – Marília x Penapolense

08/03 – Portuguesa x Penapolense

11/03 – Penapolense x Linense

15/03 – Botafogo de Ribeirão x Penapolense

22/03 – Penapolense x Rio Claro

25/03 – Corinthians x Penapolense

29/03 – Penapolense x Audax/Osasco

05/04 – Ponte Preta x Penapolense

08/04 – Penapolense x São Bento

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Federação Paulista define os grupos do Paulistão 2015

Nesta segunda-feira (3), foram sorteados os grupos para o Campeonato Paulista de 2015. As 20 equipes foram divididas em 5 potes com 4 equipes cada. Os cabeça de chave – que estavam no pote 1- foram Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo. Os demais potes estavam divididos de acordo com a classificação do clube no estadual deste ano.

A primeira fase do Paulistão será de 1º de fevereiro a 8 de abril de 2015. As equipes jogam entre si, tirando as do mesmo grupo que não se enfrentam na primeira fase. Na segunda fase, os dois melhores de cada grupo se enfrentam em jogo único. Em caso de empate, a decisão será nos pênaltis.

As quartas-de-final serão dia 12 de abril; já as semifinais serão dia 19 de abril – o time de melhor campanha enfrenta a quarta melhor campanha e a segunda enfrenta a terceira.

A final será decidida em dois jogos – 26 de abril e 3 de maio. Nenhuma equipe terá vantagem por ter melhor campanha. Em caso de empate, a decisão será sempre nos pênaltis.

Confira os grupos do Paulistão 2015:

Grupo 1
São Paulo
Ituano
São Bernardo
Mogi Mirim
Red Bull

Grupo 2
Corinthians
Ponte Preta
Audax
Rio Claro
São Bento

Grupo 3
Palmeiras
Botafogo
Portuguesa
Linense
Marília

Grupo 4
Santos
Penapolense
Bragantino
XV de Piracicaba
Capivariano

Com gol contra, Penapolense é eliminado pelo São Paulo

Jogando no último domingo no estádio do Morumbi, o Penapolense acabou eliminado do Paulistão 2013. O time do interior, no seu ano de estreia na elite, perdeu por 1 a 0 para o São Paulo e acabou ficando de fora das semifinais. O gol do tricolor paulista foi de Jaílton, contra. Um dos destaque do time da capital foi o goleiro e capitão Rogério Ceni, que fez pelo menos 4 defesas importantes durante a partida.

No começo da partida, o Penapolense parecia assustado e foi dominado pelo time da casa, que arriscou de longe com Carleto. Ganso e Jadson tentavam armar as jogadas, mas esbarravam na forte retranca da equipe do interior. Já Luis Fabiano que voltava a ser titular, não conseguia levar a melhor em cima da zaga do Penapolense. E as melhores chances do São Paulo vinham sempre pela esquerda, com Osvaldo partindo pra cima de Niander – que voltava de lesão depois de quase 9 meses. O time de Penápolis, ainda assustou em alguns chutes de longe, mas o placar do 1º tempo foi mesmo 0 a 0.

No segundo tempo, o time de Penápolis resolveu buscar o gol que colocaria uma pressão ainda maior no time da casa. A primeira boa chance foi em uma cabeçada de Jaílton, que parou em Rogério Ceni. Depois foi a vez de Fernando chutar de longe com efeito e novamente ver o goleiro do São Paulo fazer ótima defesa. Mas as duas chances mais claras foram com o camisa 11 do Penapolense, Silvinho, foi o destaque da equipe, sempre ganhando dos zagueiros do tricolor paulista. Em uma chance, chegou até a fazer o gol, mas estava impedido, impedindo a festa de quase 2 mil pessoas do setor visitante. No segundo lance de perigo, mais uma vez Rogério Ceni apareceu e evitou o gol.

Depois disso, o São Paulo tentou atacar novamente, e em uma dessas decidas pela esquerda, Osvaldo ganhou de Niander e cruzou, o zagueiro Jaílton tentou tirar e acabou jogando para dentro do gol, fazendo 1 a 0 para o São Paulo.  Com o gol, o São Paulo resolveu se fechar e esperar o adversário, que mais uma vez teve boa chance, depois de Silvinho escapar pela esquerda, o camisa 11 cruzou para Sérgio Mota (ex-São Paulo) que dominou e bateu a queima roupa, exigindo ótima defesa do camisa 1 do São Paulo. Depois disso, o tricolor paulista esperou o apito final para comemorar a classificação. Já os jogadores do Penapolense foram aplaudir os torcedores que estavam no Morumbi e que apoiaram e reconheceram o bom desempenho da equipe.

Apesar de eliminado do Paulistão,  o CAP ainda irá disputar a semifinal do Troféu do Interior, no próximo sábado, em Ribeirão Preto, diante do Botafogo-SP. A partida será jogo único e empate leva a decisão para os pênaltis, além disso, o clube de Penápolis terá seu primeiro torneio nacional no segundo semestre, já que o clube garantiu a classificação para a Série D.

Penapolense perde para o Santos, mas conta com “ajuda” do Mirassol e encara o São Paulo nas quartas do Paulistão

Neste domingo, o Penapolense foi até Santos enfrentar a equipe de Neymar e cia, e apesar da derrota, saiu com a classificação para as quartas de final do estadual. Isso porque, o Mirassol – que acabou rebaixado – venceu o Linense por 3 a 0 e garantiu o time de Penápolis também na Série D do Campeonato Brasileiro.

A partida começou com o Santos criando boas chances e o Penapolense, mais uma vez, buscando jogar nos erros do adversário.
O Santos precisava da vitória para garantir o mando de jogo na próxima fase e foi para cima, em um toque de Neymar, André recebeu dentro da área e bateu sem chances para o goleiro Marcelo.

3 minutos depois, em cobrança de escanteio, Marcelo errou na saída e a bola sobrou para Cicero – que impedido- fez 2 a 0 para o Santos ainda no primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Penapolense descontou logo no início, depois de troca de passe entre Guaru e Fio, o camisa 10 bateu e contou com o desvio do lateral Galhardo, para diminuir o placar.

Depois do gol, o time de Penápolis teve outras chances, mas não conseguiu marcar o gol de empate. Mas a torcida do CAP vibrou mesmo na Vila Belmiro, quando os alto-falantes do estádio anunciavam os 3 gols do Mirassol diante do Linense.

O time entra em campo somente no próximo final de semana, no domingo, às 18h30, diante do São Paulo, no Morumbi – a data foi confirmada em reunião nesta segunda-feira na sede da Federação Paulista.

Depois do jogo em declaração ao site oficial do Penapolense, o presidente do clube, Nilso Moreira se mostrou emocionado com a campanha de estreia na elite estadual. “Para quem achava que fossemos cair, estamos classificados e com vaga no Brasileirão D”, afirmou.

Na estreia de Pintado, Penapolense é derrotado pelo São Paulo

Neste domingo, o Penapolense acabou derrotado pelo São Paulo por 2 a 0, com gols de Rhodolfo e Ademilson, pela 10ª rodada do Paulistão, chegando ao 4º jogo sem vencer.

O jogo foi o primeiro de um dos “quatro grandes de São Paulo” na cidade de Penápolis. Foram mais de 10 mil pessoas dentro do “Tenentão” apoiando a equipe da cidade.

O jogo começou com o São Paulo com maior domínio da bola, e o resultado foi um gol “achado” logo aos 3 minutos de jogo, depois de cobrança de falta, a bola sobrou dentro da pequena área para o zagueiro Rhodolfo, que só teve o trabalho de empurrar para o gol.

Depois do gol, o Penapolense saiu para o ataque e pressionou o São Paulo, criando diversas chances de gol, porém, quando conseguia concluir para na boa atuação do goleiro Dênis.

No segundo tempo, o CAP continuou a pressionar e o São Paulo buscava o contra-ataque. E em um desses contra-ataques, Ademilson chutou de longe e contou com a ajuda do goleiro Roni para fazer 2 a 0 para o time da capital. Depois de sofrer o gol, o Penapolense ainda tentou diminuir a vantagem, mas não conseguia concluir a gol.

Mesmo com a derrota, o time se mantém na 9ª colocação, 2 pontos atrás do Corinthians, que é o 8º colocado. O próximo jogo será sábado, às 18h30, no Tenentão, contra o Paulista – que é o 10º colocado.

Penapolense perde para o Botafogo-SP e chega ao 3º jogos sem vitória

O Penapolense foi até Ribeirão Preto e perdeu para o Botafogo-SP por 1 a 0, mesmo tendo dominado boa parte do jogo. Os dois times disputam uma vaga na Série D do Brasileirão – e com o resultado, o Botafogo ultrapassou o CAP.

O jogo começou com o Penapolense partindo para o ataque e criando boas chances de gol, principalmente com Silvinho, quando o gol estava “perto”, São Pedro e a chuva “brecaram” a equipe de Penápolis. A chuva forte fez com que parte dos refletores apagasse – o apagão durou mais de uma hora.

Depois da volta, o Penapolense continuou melhor, mas deu mais espaços para o Botafogo. Em um escanteio, Cris subiu mais que a zaga do CAP e fez 1 a 0 para o time da casa. Depois do gol, o time voltou a se fechar e o Penapolense teve várias chances de empatar, porém, o gol não saiu.

No segundo tempo, o time de Penápolis foi com tudo para o ataque, mas parava na boa marcação do Botafogo, e quando chegava com chances, perdia gols “cara a cara”. O Botafogo por sua vez, jogava com 11 homens atrás do meio campo e explorava a velocidade de Francis, e conseguiu criar algumas chances.

O Penapolense por sua vez não conseguiu reagir e acabou chegando ao 3º jogo sem vitória. Depois de um começo de campeonato “arrasador”, o time de Penápolis pode terminar a 9ª rodada fora do G8.

O próximo jogo do Penapolense será no próximo domingo (3), contra o São Paulo, no estádio Tenente Carriço.

[Crônica] 2012: O ano da “Montanha Russa”

Quem diria que no final de 2012 este jornalista estaria com essa “mistura” de sentimentos. Em janeiro eu jamais imaginaria que tudo que isso pudesse acontecer no “mundo do futebol”.

Em maio, veio a primeira sensação boa, talvez a melhor já vivenciada como torcedor em um estádio. O “meu” Penapolense foi até Campinas, enfrentar o Red Bull Brasil (eterna pedra no sapato do clube) buscando uma vaga na Série A-1 do Paulistão. Sem pensar duas vezes, este que vos escreve, pegou um ônibus e depois um táxi, para encontrar mais de 300 pessoas no Moisés Lucarelli, palco do possível acesso.

E o jogo foi pra lá de equilibrado, mas nenhuma palavra é capaz de descrever o que passou pela minha cabeça após o apito final. Sim, eu sou jornalista, mas estava lá como torcedor, aquele mesmo torcedor, que foi ao Tenentão vazio nos domingos do ano 2000, para ver um time que tinha Damásio, André Cunha, André Liranço, Julinho, entre outros. O mesmo torcedor que viu Luizão perder a bola no final do jogo contra o Jabaquara e a vaga na extinta B1 ficar por um triz.

Esse mesmo torcedor estava lá, em Campinas, com mais 300 apaixonados pelo CAP, vendo um momento histórico, porque pela primeira vez na história, a cidade de Penápolis iria receber os times “grandes” de São Paulo. E também pela primeira vez na história, este torcedor/jornalista poderia ver seus dois times (sim, eu tenho dois times, um que ‘nasceu’ comigo, e outro que aprendi a amar na época de Edmundo, Evair e cia, e que se consolidou com Alex, Oséias e Paulo Nunes) se enfrentarem em uma partida oficial. A festa em Campinas foi algo que não dá pra descrever, até porque, sou suspeito para falar, as fotos da chegada da equipe em Penápolis deixou um gostinho de “poderia estar lá”.

Em julho, mais precisamente no dia 11, outra vez o sentimento de alegria tomou conta de mim. Depois de alguns anos, o Palmeiras voltava a ser campeão de um torneio importante – Série B e Paulistão não podem orgulhar um torcedor de um time como o Palmeiras, que me desculpem os que pensam diferente. Depois de um gol do “craque” Betinho e um empate em 1×1 no Couto Pereira, o time de Marcos Assunção e Felipão levantava a taça da Copa do Brasil e garantia uma vaga na Libertadores de 2013. A felicidade foi grande, afinal, o último título que eu realmente havia comemorado com orgulho havia sido a Libertadores de 99, ainda na época de colégio, apostando cachorro quente com os corinthianos, que um ano depois, viram Marcelinho perder aquele pênalti que consagrou o “São Marcos”.

Depois disso, porém, as coisas não caminharam nada bem, primeiro, o Penapolense, dono da melhor campanha da Copa Paulista perdeu em casa a vaga nas semifinais para o “humilde” Velo Clube,  que veio até o Tenentão e não deu chances ao CAP.

Mas o maior “tombo” ainda estava por vim. O Palmeiras estava mal das pernas no Brasileiro, não conseguia vencer, fazia péssimos jogos e estava cada vez mais “afundado” na Zona de Rebaixamento. A cada vitória a esperança “verde” voltava a brotar. Mas a cada rodada que passava,  o rebaixamento parecia inevitável. E a diretoria num surto de “precisamos mudar” para evitar o rebaixamento mandou embora Felipão e contrataram Gilson Kleina. O time ganhou  fôlego com a chegada do novo comandante, mas esse fôlego não durou mais que 3 rodadas, e disso para frente, todo palmeirense já conhece a história.

E as expectativas para 2013 misturam um otimismo exagerado, talvez, de uma boa participação do Penapolense na elite estadual, com um certo pessimismo da campanha palmeirense na Copa Libertadores da América. Não possuo nenhuma bola de cristal e nem sou bom em adivinhações, resta a esse jornalista esperar o próximo ano e ver se suas previsões – que guardo para mim – estavam certas ou erradas.

Palmeiras e Penapolense retratam bem e são o melhor exemplo que eu poderia usar pra “ilustrar” meu 2012.

E fazendo um balanço – mesmo não gostando disso – o ano de 2012 foi sensacional, não falo apenas no sentido “torcedor”, falo também no sentido “humano” e “profissional”. Novas oportunidades apareceram, pessoas que entraram na minha vida, novos amigos de “longe” mas que estão perto, velhos amigos de longe que se fizeram cada vez mais presentes também.

A realização de cursar a tão “sonhada” pós de Jornalismo Esportivo, que demorou 2 anos para se concretizar, acho que o balanço deste ano foi pra lá de positivo, apesar dos pesares – que quem me conhece sabe que não foram poucos.

E que o próximo ano seja ainda melhor, não apenas para o Penapolense ou para o Palmeiras, mas para todos que fizeram parte deste ano e que espero, façam parte do meu 2013. A essas pessoas tenho apenas que dizer: “MUITO OBRIGADO”,  por fazer deste jornalista esportivo um cara mais feliz.